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Guidelines for HPV-DNA Testing for Cervical Cancer Screening in Brazil

Author(s): Zeferino, Luiz Carlos ; Bastos, Joana Bragança ; Vale, Diama Bhadra Andrade Peixoto do ; Zanine, Rita Maria ; Melo, Yara Lucia Mendes Furtado de ; Primo, Walquíria Quida Salles Pereira ; Corrêa, Flávia de Miranda ; Val, Isabel Cristina Chulvis do ; Russomano, Fábio

Date: 2019

Origin: Oasisbr

Subject(s): Útero - câncer; Vírus do papiloma; Neoplasia intra-epitelial cervical; Citologia; Útero - câncer; Útero - câncer; Vírus do papiloma; Vírus do papiloma; Neoplasia intra-epitelial cervical; Neoplasia intra-epitelial cervical; Citologia; Citologia


Description

Evidence-based clinical guidelines ensure best practice protocols are available in health care. There is a widespread use of human papillomavirus deoxyribonucleic acid (HPVDNA) tests in Brazil, regardless of the lack of official guidelines. On behalf of the Brazilian Association for the Lower Genital Tract Pathology and Colposcopy (ABPTGIC, in the Portuguese acronym), a team of reviewers searched for published evidence and developed a set of recommendations for the use of HPV-DNA tests in cervical cancer screening in Brazil. The product of this process was debated and consensus was sought by the participants. One concern of the authors was the inclusion of these tests in the assessment of women with cytologic atypia and women treated for cervical intraepithelial neoplasia (CIN). Testing for HPV is recommended in an organized screening scenario to identify women with precursor lesions or asymptomatic cervical cancer older than 30 years of age, and it can be performed every 5 years. It also has value after the cytology showing atypical squamous cells of undetermined significance (ASC-US) or low-grade squamous intraepithelial lesions (LSILs) as a triage test for colposcopy, in the investigation of other cytological alterations when no abnormal findings are observed at colposcopy, seeking to exclude disease, or, further, after treatment of high-grade cervical intraepithelial neoplasia, to rule out residual disease.

O uso de diretrizes clínicas baseadas em evidências visa assegurar as melhores práticas na área de cuidado à saúde. O uso de testes de ácido desoxirribonucleico de papilomavírus humano (DNA-HPV) vem crescendo e se disseminando sem que existam recomendações de uso no cenário brasileiro.Emnomeda Associação Brasileira de Patologia doTrato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC), grupos de revisores pesquisaram evidências e formularamrecomendações para o uso dos testes de DNA-HPV no rastreamento do câncer do colo do útero, no seguimento de mulheres com atipias citológicas, e após tratamento de neoplasia intraepitelial cervical (NIC). O produto desse processo foi debatido e foi buscado consenso entre participantes. Os testes de DNA-HPV são recomendados num cenário de rastreamento organizado para identificação de mulheres portadoras de lesões precursoras ou câncer assintomático com mais de 30 anos e podem ser realizados a cada 5 anos. Também têm valor após a citologia mostrando células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASC-US) ou lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LSIL) como teste de triagempara colposcopia, na investigação de outras alterações citológicas quando não são observados achados anormais à colposcopia, buscando excluir doença, ou, ainda, no seguimento após tratamento das neoplasias intraepiteliais de alto grau, para exclusão de doença residual.

Document Type Journal article
Language English
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