Autor(es):
Prado, João Batista Toledo [UNESP]
Data: 2014
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/107786
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Joseph Brodsky; métrica; poética; ritmo; língua latina; plano da expressão; Joseph Brodsky; Joseph Brodsky; métrica; métrica; poética; poética; ritmo; ritmo; língua latina; língua latina; plano da expressão; plano da expressão
Descrição
Made available in DSpace on 2014-06-24T19:54:45Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2003Bitstream added on 2014-06-25T11:46:23Z : No. of bitstreams: 1 ISSN1981-5794-2003-47-1-111-118.pdf: 281275 bytes, checksum: cf06d9032ddf5037cca2d82e6539f103 (MD5)
A frase que serve de título a este trabalho foi recolhida de um ensaio sobre a poetisa russa Anna Akhmatova, escrito pelo poeta e crítico Joseph Brodsky (1994) e intitulado A musa lastimosa. O apreço negativo em que, ali, o crítico tem à métrica - efeito do emprego do adjetivo desumana e, até certo ponto, do substantivo neutralidade - é responsável por um certo constrangimento, induzido em quem, nos dias que correm, se ocupa do estudo da poesia clássica greco-latina, cuja existência se funda por inteiro na observância estrita de metros inventariados e exaustivamente catalogados ao longo de mais de dois milênios de estudos. E forçoso procurar compreender o real papel da métrica na composição de poemas, se não pelo prestígio que o prêmio Nobel de Literatura de 1987 confere a sua crítica, pelo menos pela recorrência com que asserções desse mesmo naipe aparecem em poetas que exercem atividade crítica, como o Otávio Paz (1982) de O arco e a lira, ao afirmar categoricamente que metro e ritmo não são a mesma coisa. Esse artigo utiliza tais afirmações como ponto de partida para uma reflexão sobre o engendramento do ritmo e da poeticidade de versos em latim.
Departamento de Linguistica - Faculdade de Ciências e Letras - UNESP - 14800-901 - Araraquara - SP
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