Author(s):
Silva, Isabella Santos [UNESP]
Date: 2015
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/121210
Origin: Oasisbr
Subject(s): Mycobacterium tuberculosis; Tuberculose; Rifamicinas; Fármacos; Mycobacterium tuberculosis; Mycobacterium tuberculosis; Tuberculose; Tuberculose; Rifamicinas; Rifamicinas; Fármacos; Fármacos
Description
Made available in DSpace on 2015-03-23T15:28:56Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2013Bitstream added on 2015-03-23T15:54:45Z : No. of bitstreams: 1 000746142.pdf: 594887 bytes, checksum: d31542802b40a8e2e1e73d04cba4436d (MD5)
Tuberculose (TB), causada por Mycobacterium tuberculosis, é uma das doenças infecciosas que mais causam mortes. Estima-se que mais de dois bilhões de pessoas estejam infectadas no mundo. O tratamento da TB consite em associação de fármacos, isoniazida, rifampicina, pirazinamida e etambutol, nos primeiros 2 meses e 4 meses de isoniazida e de rifampicina. Internacionalmente, são consideradas cepas multi resistentes (MDR), as que apresentam resistência simultânea a isoniazida e a rifampicina. A rápida detecção de resistência é essencial para o controle e tratamento da TB, reduzindo, assim, o custo do tratamento e a transmissão da doença. Neste projeto, os isolados já identificados fenotipicamente como resistentes a isoniazida e/ou rifampicina, foram submetidos ao sequenciamento de Sanger para pesquisa de 3 genes relacionados a resistência a isoniazida (katG, inhA e ahpC) e 1 gene de resistência a rifampicina (rpoB). Foi realizada uma comparação destes genes mutados para a resistência utilizando o novo teste desenvolvido pela Biomérieux, denominado GenoType® MTBDRplus, que se baseia na tecnologia DNA-STRIP. Através deste novo teste, foi observada mutação em 22 isolados clínicos de M. tuberculosis para genes de resistência a isoniazida e/ou rifampicina, sendo 4 provenientes do MS e 18 de SP. Já pelo sequenciamento genético foi observada mutação em 24 isolados para genes de resistência a isoniazida e/ou rifampicina, sendo 6 provenientes do MS e 18 de SP. Portanto, através do sequenciamento de Sanger, foi possível detectar um número maior de isolados mutados e mais mutações quando comparado ao teste GenoType® MTBDRplus. Isso acontece porque na técnica de sequenciamento, um fragmento do gene como um todo é analisado e no caso do teste GenoType® MTBDRplus, é verificada apenas a ausência ou presença das mutações mais frequentes descritas na literatura, além de não ser analisado o gene ahpC. A grande ...