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A dimensão dialógica e a prática educativa: reflexões a partir de Paulo Freire e Humberto Maturana

Autor(es): Alves, Vinícius Nunes [UNESP]

Data: 2015

Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/124158

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Professores e alunos; Dialogo; Análise de interação em educação; Relações humanas; Freire, paulo - Metodo de educacao; Conversação; Interaction analysis in education; Professores e alunos; Professores e alunos; Dialogo; Dialogo; Análise de interação em educação; Análise de interação em educação; Relações humanas; Relações humanas; Freire, paulo - Metodo de educacao; Freire, paulo - Metodo de educacao; Conversação; Conversação; Interaction analysis in education; Interaction analysis in education


Descrição

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Ao observarmos o cotidiano nas escolas é possível constatar que nem sempre se reconhece e se valoriza a diferença e a singularidade que caracteriza cada sujeito envolvido, pois ocorrem situações de negação mútua entre alunos, entre alunos e professores e entre outras relações do espaço escolar que ferem a dignidade humana. Uma alternativa a essa realidade é a promoção de vivências dialógicas. Nesse sentido, objetivamos com este trabalho: Refletir sobre as contribuições teórico-conceituais desenvolvidas por Paulo Freire e por Humberto Maturana acerca da vivência do diálogo, suas possibilidades e impasses nas relações sociais e na relação educativa; e identificar, a partir de um estudo de caso realizado em uma escola da Rede Pública Estadual, as concepções dos educadores sobre a prática dialógica no cotidiano escolar. Para Freire, o diálogo é o encontro e a partilha de concepções de A com B e não de A sobre B ou vice versa, sendo que nesta relação é importante que ambos se disponham à escuta mútua reconhecendo a diversidade de concepções que estimula a curiosidade epistemológica. Para Maturana, a partir da Biologia, cada ser vivo se constitui como uma organização autopoiética, ou seja, tem a tarefa de produzir-se a si próprio, estabelecendo relações com o meio. Na existência humana, essas interações com o meio e entre os humanos se estabelecem num entrelaçamento de emoções e ações, que ele nomeia de conversação. A partir das reflexões pelos autores e o diálogo estabelecido com sujeitos da pesquisa destacamos: 1) As relações sociais se mantêm quando há aceitação do outro como legítimo outro na convivência, o que implica a aceitação de si próprio; 2) O diálogo cria um clima de aceitação para com a história e a diferença do outro, o que favorece relações de partilha de ideias e de releitura coletiva do mundo. Tanto Maturana e Freire, quanto os entrevistados valorizam o ...

Tipo de Documento Monografia de licenciatura
Idioma Português
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