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Caracterização molecular de cryptosporidium spp. em filhotes caninos

Autor(es): Panegossi, Mariele Fernanda da Cruz [UNESP]

Data: 2015

Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/124216

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Cão; Cirurgia - Cryptosporidium; Epidemiologia; Saúde pública; Cryptosporidium; Cão; Cão; Cirurgia - Cryptosporidium; Cirurgia - Cryptosporidium; Epidemiologia; Epidemiologia; Saúde pública; Saúde pública; Cryptosporidium; Cryptosporidium


Descrição

Made available in DSpace on 2015-07-13T12:09:18Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2014. Added 1 bitstream(s) on 2015-07-13T12:24:52Z : No. of bitstreams: 1 000840718.pdf: 71574 bytes, checksum: 8c61e492c79cac03bf8a26ca0794f8fb (MD5)

Parasitos do gênero Cryptosporidium pertencem ao filo Apicomplexa, com localização intracelular e extracitoplasmática obrigatória e se desenvolvem principalmente na superfície das células epiteliais de hospedeiros vertebrados. O cão, possível fonte de infecção humana, elimina oocistos fecais deste protozoário com grande potencial zoonótico no ambiente. O presente estudo teve como objetivo caracterizar molecularmente Cryptosporidium spp. obtidos de amostras fecais de filhotes caninos (naturalmente infectados). Um total de 200 cães foram examinados, sendo 100 machos e 100 fêmeas, 111 de padrão racial determinado e 89 sem raça definida (SRD). Destes, 81 animais, 43, 48 e 28 tinham até dois, de dois a três; de três a seis e de seis a doze meses, respectivamente. Conforme sua origem, os animais eram provenientes dos Municípios de Araçatuba e Votuporanga, SP, sendo que 126 eram de domicílios; 11 mantidos em Centros de Zoonoses; 50 de Pet Shops; 12 de um criatório e uma (0,5%) era errante e havia sido adotada. A ocorrência de Cryptosporidium spp. foi de 1% (2/200). Ambas eram fêmeas, SRD, com idade entre 60 e 90 dias. A de origem residencial apresentava fezes pastosas com coloração castanho claro e a outra, resgatada do CCZ, material fecal escurecido de consistência liquefeita. O sequenciamento dos fragmentos amplificados confirmou a presença de Cryptosporidium canis. A partir dos resultados obtidos neste trabalho, é possível concluir que 2% dos caninos analisados eram hospedeiros de C. canis

Tipo de Documento Monografia de licenciatura
Idioma Português
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