Autor(es):
Mattos, Eduardo Tadeu de Oliveira [UNESP]
Data: 2015
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/124221
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Bovino de corte; Pecuaria; Biotecnologia; Inseminação artificial; Cattle; Bovino de corte; Bovino de corte; Pecuaria; Pecuaria; Biotecnologia; Biotecnologia; Inseminação artificial; Inseminação artificial; Cattle; Cattle
Descrição
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A bovinocultura é um dos principais destaques dentro do universo pecuário brasileiro e mundial, uma vez que o rebanho nacional é detentor do expressivo número de 200 milhões de cabeças entre as atividades de corte e leite, produzindo um valor bruto estimado em 67 bilhões de reais. Ainda assim, a pecuária de corte nacional apresenta baixos índices produtivos por continuar sendo conduzida, ao menos em considerável parcela do país, como uma atividade extrativista que emprega reduzido uso de insumos e biotecnologias, como inseminação artificial, transferência de embriões, fertilização in vitro e inseminação artificial em tempo fixo. No atual cenário mundial, essa característica da bovinocultura brasileira necessita ser alterada para que a atividade torne-se ainda mais rentável e competitiva. Neste caso, a pecuária de corte nacional terá que se apoiar no aumento de sua eficiência reprodutiva e produtiva, tendo como principais alternativas para atingir tal objetivo a elevação do número de vacas com estro no início da estação de monta, o aumento na taxa de concepção no primeiro serviço e a redução no intervalo entre partos, de improdutivos 21 meses para um ano, tempo considerado ideal e de máxima eficiência reprodutiva de um rebanho. Assim sendo, torna-se imprescindível elencar os principais fatores prolongadores do intervalo entre partos para, somente depois, instituir um ou mais métodos para se reduzir essa eficiência reprodutiva e finalmente impulsionar ainda mais a pecuária bovina brasileira