Autor(es):
Ricardo, Mariana Fuentes [UNESP]
Data: 2015
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/124260
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Espinafre; Hortaliças; Elementos traços na nutrição; Compostos bioativos; Bioactive compounds; Espinafre; Espinafre; Hortaliças; Hortaliças; Elementos traços na nutrição; Elementos traços na nutrição; Compostos bioativos; Compostos bioativos; Bioactive compounds; Bioactive compounds
Descrição
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A necessidade de fazer com que haja um aumento no consumo de hortaliças se faz crescente no mundo inteiro, isso porque esta é uma fonte rica em micronutrientes e macronutrientes, além de não agregar muito valor calórico na dieta e ser um alimento acessível para todas as classes econômicas. Entretanto, no Brasil, é verificado que a porcentagem da população que consome diariamente o recomendado de hortaliças e frutas ainda não atingiu o ideal para que se possa obter os benefícios trazidos do consumo, como a prevenção de algumas doenças não transmissíveis, através da dieta. Por isso, a necessidade de se estudar maneiras diferentes de cozimento das hortaliças, para que se torne possível preparar os vegetais de maneiras diferentes e torná-los mais atrativos, garantindo a melhor forma de fazê-los, para que se escolha o tratamento que melhor conserva o conteúdo de compostos bioativos. Para esse estudo foram considerados dois vegetais de grande importância, o espinafre (SpinaciaoleraceaL.) e a chicória (ChicoriumintybusL.), que foram submetidos a quatro tratamentos de cozimentos dististintos, a 100°C, no vapor, no microondas e no óleo, para cada tratamento foi avaliado parâmetros de cor, análise de sólidos solúveis totais, acidez titulável, determinação de ácido ascórbico, determinação de fenólicos e flavonoides totais, avaliação da atividade sequestrante de radicais livres (DPPH e ABTS) e carotenoides. Os resultados obtidos foram bastante diversificados, ou seja, para cada teste desenvolvido houve uma retenção maior do composto bioativo estudado em determinado cozimento preparado, entretanto o tratamento realizado a 100°C foi o tratamento que obteve menor retenção dos compostos bioativos entre os testes realizados.