Author(s):
Sousa, Patricia Pacheco Dalprat [UNESP]
Date: 2015
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/124280
Origin: Oasisbr
Subject(s): Biodiversidade - Conservação; Paisagens; Ecologia; Xingu, Rio (MT e PA); Biodiversity conservation; Biodiversidade - Conservação; Biodiversidade - Conservação; Paisagens; Paisagens; Ecologia; Ecologia; Xingu, Rio (MT e PA); Xingu, Rio (MT e PA); Biodiversity conservation; Biodiversity conservation
Description
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O Brasil está passando por um grande processo de desenvolvimento e crescimento, com isso o Governo Federal criou o PAC 2 (Plano de Aceleração do Crescimento), que prevê melhorias da educação, saúde e infraestrutura, entre elas, a construção de usinas hidrelétricas para suprir as necessidades energéticas do país. Existem outras formas de gerar energias, porém a decisão do Governo Federal em construir hidrelétricas se dá pelo o fato de o Brasil ter um alto potencial hidráulico, principalmente na região Amazônica, onde esse potencial ainda é pouco explorado. No presente trabalho vamos discutir sobre a construção da UHE de Belo Monte na Volta grande do rio Xingu e seus impactos ambientais, sob uma visão da ecologia de paisagem, a curto e médio prazo. Com o estudo do EIA e RIMA da Belo Monte, já é possível prevê a formação de um fragmento no Médio Xingu. A UHE trará desenvolvimento para região, com isso o desmatamento irá aumentar para suprir a demanda de habitação, alimentos, locomoção e estrutura urbana. O fragmento sofrerá com impactos da urbanização ao redor, e a esperança é que as terras indígenas freiem o desmatamento e não deixa o fragmento diminuir ainda mais, prejudicando mais ainda a biodiversidade do local