Autor(es):
Nagata, Walter Bertequini [UNESP]
Data: 2015
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/124307
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Pecuaria; Febre aftosa; Doenças transmissiveis; Saude animal; Foot-and-Mouth Disease; Pecuaria; Pecuaria; Febre aftosa; Febre aftosa; Doenças transmissiveis; Doenças transmissiveis; Saude animal; Saude animal; Foot-and-Mouth Disease; Foot-and-Mouth Disease
Descrição
Made available in DSpace on 2015-07-13T12:09:32Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2014. Added 1 bitstream(s) on 2015-07-13T12:24:27Z : No. of bitstreams: 1 000840730.pdf: 314085 bytes, checksum: aefa43b2268b16505fec8a17cd982bf5 (MD5)
Com o crescimento significativo da pecuária brasileira houve a evolução de medidas sanitárias de controle, prevenção e erradicação de enfermidades animais que assolam o país. De uma maneira peculiar, ao se falar sobre as doenças animais que são de grande relevância para a economia e sociedade brasileira, é indispensável citar a febre aftosa. Essa enfermidade, também conhecida como foot and mouth disease, economicamente, é a mais importante presente na pecuária: infecciosa, com caráter agudo e febril, altamente contagiosa, que afeta animais de cascos fendidos e causa lesões vesiculares, úlceras e erosões. Características como ampla gama de hospedeiros no qual pode se instalar, elevada quantidade de partículas virais em excreções respiratórias, rápida taxa de replicação e variados modos de transmissão, fazem da febre aftosa uma doença de escolha para a erradicação. Desde a regulamentação do serviço de defesa sanitária animal no país, em 1934, já se percebia a importância de controlar a mesma. Em 1951, o Programa Nacional de Controle de Febre Aftosa (PNCFA) foi o primeiro programa nacional de saúde animal a ser implantado no Brasil. Com os avanços no setor de defesa sanitária, houve, em 1992, a implantação do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). Em um processo de transformação gradual, nota-se que todo esse controle e pesquisa epidemiológica dessa infecção em nosso país proporcionaram avanços iminentes para seu combate e, consequentemente, para a sanidade dos animais e qualidade dos produtos e derivados de origem animal: como se pode verificar através da evolução das regiões reconhecidas livres dessa doença e da ausência de casos nos últimos oito anos