Author(s):
Strachman, Eduardo [UNESP]
Date: 2015
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/124769
Origin: Oasisbr
Subject(s): Política Industrial; Teoria Econômica; Desenvolvimento Econômico; Política Industrial; Política Industrial; Teoria Econômica; Teoria Econômica; Desenvolvimento Econômico; Desenvolvimento Econômico
Description
Made available in DSpace on 2015-07-15T18:27:40Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2009. Added 1 bitstream(s) on 2015-07-15T20:02:15Z : No. of bitstreams: 1 ISSN2238-1988-2012-05-02-129-146.pdf: 367877 bytes, checksum: 0443ea6202fee19ab00363673d264b3b (MD5)
O objetivo deste artigo é, essencialmente, fundamentar teoricamente as políticas industriais, sobretudo mostrando as razões da preferência por um referencial teórico não equilibrista e não-maximizador. Busca-se também definir de maneira eficaz estas políticas, destacando seus resultados positivos - pelo menos potencialmente - em termos de alguns parâmetros (produção, eficiência, produtividade, renda, bem-estar, etc.). Para isso define-se política industrial, analisando-se também as razões da despreocupação com uma fundamentação mais rigorosa das políticas industriais. Em seguida, apresenta-se sucintamente se uma teoria capaz de embasar estas políticas, ao mesmo tempo em que se analisa se tais teorias são importantes (ou não), em termos empíricos. Nesta segunda parte discute-se a possível utilidade da política industrial, enfatizando falhas de mercado, bens públicos, mercados não-competitivos, externalidades e desenvolvimento tecnológico.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Economia, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Araraquara, Rodovia Araraquara-Jaú Km 1, Machados, CEP 14800901, SP, Brasil
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Economia, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Araraquara, Rodovia Araraquara-Jaú Km 1, Machados, CEP 14800901, SP, Brasil