Author(s):
Volobuef, Karin [UNESP]
Date: 2015
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/124813
Origin: Oasisbr
Subject(s): Jacques Callot; Balli di Sfessania; E. T. A. Hoffmann; Princesa Brambilla; Literatura e Imagem; Itália; Jacques Callot; Balli di Sfessania; E. T. A. Hoffmann; Princesa Brambilla; Literatura e Imagem; Itália; Jacques Callot; Jacques Callot; Balli di Sfessania; Balli di Sfessania; E. T. A. Hoffmann; E. T. A. Hoffmann; Princesa Brambilla; Princesa Brambilla; Literatura e Imagem; Literatura e Imagem; Itália; Itália; Jacques Callot; Jacques Callot; Balli di Sfessania; Balli di Sfessania; E. T. A. Hoffmann; E. T. A. Hoffmann; Princesa Brambilla; Princesa Brambilla; Literatura e Imagem; Literatura e Imagem; Itália; Itália
Description
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O gravurista francês Jacques Callot (1592-1635) representou personagens da Commedia dell’Arte em sua obra Balli di Sfessania (1616-1620), composta por 24 gravuras. Essas imagens caracterizam-se por mostrar personagens em movimento, tendo ao fundo cenas da realidade italiana. O romântico alemão E. T. A. Hoffmann (1776-1822) inseriu em seus contos e romances muitos elementos que remetem às obras tanto de outros escritores como de pintores e músicos. Callot foi visitado por Hoffmann em diversas de suas publicações, entre elas o conto “Princesa Brambilla” (1821), que traz oito imagens diretamente elaboradas a partir do modelo de Callot em Balli di Sfessania. Essas gravuras, porém, não significam meras “ilustrações” à história. Mais do que isso, as imagens mostram como Hoffmann interpretava as figuras de Callot e como elas sintetizaram a relação do escritor com a Itália (país que sempre desejou, mas nunca conseguiu visitar) e com a arte pictórica.
El ilustrador francés Jacques Callot (1592-1635) representó personajes de la Commedia dell’Arte en su obra Balli di Sfessania (1616-1620), compuesta por 24 figuras. Esas imágenes se caracterizan por mostrar personajes en movimiento, teniendo al fondo escenas de la realidad italiana. El romántico alemán E. T. A. Hoffmann (1776-1822) insirió en sus cuentos y romances muchos elementos que remiten a las obras tanto de otros escritores como de pintores y músicos. Callot fue visitado por por Hoffmann en varias de sus publicaciones, entre ellas el cuento “Princesa Brambilla” (1821),que posee ocho imágenes directamente elaboradas a partir del modelo de Callot en Balli di Sfessania. Esas imágenes, sin embargo, no representan meras “ilustraciones” con respecto a la historia. Mucho más que ello, las imágenes demuestran como Hoffmann interpretaba las figuras de Callot y, como ellas sintetizaron la relación del escritor con Italia ( país que siempre deseó, pero nunca logró visitarlo) y con el arte pictórica.
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Letras Modernas, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Departamento de Letras Modernas, Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara