Autor(es): Dalanesi, Reinaldo Cesar [UNESP] ; Orsatti, Fábio Lera [UNESP] ; Pell, Ricardo
Data: 2016
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/143524
Origem: Oasisbr
Autor(es): Dalanesi, Reinaldo Cesar [UNESP] ; Orsatti, Fábio Lera [UNESP] ; Pell, Ricardo
Data: 2016
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/143524
Origem: Oasisbr
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A promoção do aumento de força, nos diferentes grupamentos musculares, em adultos e idosos, não está bem esclarecida, pela literatura. Assim, lesões articulares e musculares são comuns em academias, e ocorrem muitas vezes pela forma inadequada de prescrição e progressão do treinamento. avaliar e comparar, pela prática de exercícios com pesos, o ganho de força em diferentes grupamentos musculares. Foram estudados 25 indivíduos de ambos os sexos com média de idade de 54 7,4 anos, estatura de 1,65 1,7 metros e peso corporal de 67 10,9 kg, todos voluntários participantes de projeto de extensão universitário Mexa-se Pró Saúde . Para avaliação da composição corporal foi verificado peso e estatura por balança antropométrica digital. Para avaliação da força muscular foi utilizado o teste de 1 Repetição Máxima (1RM) em 3 diferentes grupos musculares: peitoral, bíceps e quadríceps em seus respectivos exercícios, supino, rosca direta e cadeira extensora. O estudo teve duração de 12 semanas e consistiu de 3 sessões/semana de 60min, sendo 3 séries de 12-8 repetições a 60-80% de 1RM. Os resultados são apresentados em média desvio padrão. Utilizou-se teste t de Student para comparação pré e pós intervenção e para comparação entre os deltas (pré pós) o teste não paramétrico de Kruskal-Wallis, com nível de significância 1%. Foi observado aumento significativo (p<0,01) na força muscular, para todos os grupamentos musculares após o treinamento físico, (quadríceps pré = 28,7 6,9 vs pós = 31,6 7,3 kg, peitoral pré = 35,2 6,1 vs pós = 39,2 7,0 kg, bíceps - pré = 20,0 3,0 vs pós =21,2 3,0 kg). No entanto, quando comparado os deltas, o ganho de força no bíceps (5,8%) foi significantemente menor (p<0,01) em relação ao peitoral (11,4%) e quadríceps (11,7%). Conclusão: Esses dados comprovam a importância do teste de 1RM no início do treinamento, particularmente para evitar sobrecarga nos pequenos músculos. Neste caso, a progressão do condicionamento observada foi diferente entre os grupos musculares, com maior ganho nos grupamentos maiores e menor ganho nos grupamentos menores, mostrando a ordem de prioridades para o treinamento.
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências (FB)
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP)
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências (FB)
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Saúde Pública (FMB), aculdade de Medicina de Botucatu