Author(s): Pinto, Mariana Aparecida Cordeiro [UNESP]
Date: 2016
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/143594
Origin: Oasisbr
Author(s): Pinto, Mariana Aparecida Cordeiro [UNESP]
Date: 2016
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/143594
Origin: Oasisbr
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Introdução: A presente trabalho relata o processo de capacitação continuada dos alfabetizadores de jovens e adultos no PAS - Programa Alfabetização Solidária, financiado pelo AAPAS – Associação de Apoio do Programa de Alfabetização Solidária um estudo de caso do município Tomar do Gerú/SE SE, município este que encontra-se sobre nossa supervisão por três módulos consecutivos e atualmente o programa contempla treze salas de aula. Objetivos: capacitar os alfabetizadores, monitores e coordenador pedagógico. Métodos: o trabalho desenvolvido consiste em selecionar alfabetizadores, capacitá-los e orientá-los mensalmente, e para alcançar os objetivos, pesquisamos sobre os métodos de alfabetização para que no Curso de Capacitação seja garantida uma melhor forma de oferecer aos alfabetizadores subsídios que favoreçam a prática pedagógica dentro da sala de aula. De acordo com as regras do Programa, após a Capacitação temos que visitar mensalmente o município adotado para supervisionarmos as a o andamento das atividades realizadas pelos alfabetizadores. Durante a Capacitação continuada desenvolvemos um trabalho que proporciona a dimensão da interdisciplinaridade e dos conceitos que podem ser estudados e discutidos durante as aulas com os alfabetizandos, o que auxiliá-os na elaboração do planejamento das atividades a serem desenvolvidas no decorrer do mês. Resultados: Percebemos no decorrer das capacitações que o nosso trabalho não tem sido em vão, pois alguns alfabetizadores utilizam-se das atividades e métodos didáticos os quais trabalhamos na capacitação continuada. É um trabalho que exige tempo para a formação desses alfabetizadores se torne mais eficaz no trabalho que eles realizam. A capacitação continuada realizada no município de Tomar do Geru – SE tem sido produtiva pois os alfabetizadores se empenham para elaborar aulas dinâmicas. Mas o que percebemos em algumas visitas as salas de aula que os alfabetizadores encontram dificuldades no momento da alfabetização e acabam reproduzindo os métodos de alfabetização com base na soletração e repetição das palavras, ou seja, querem alfabetizar os adultos como se os mesmos fossem crianças.Contudo encontramos também alfabetizadores realmente empenhados que elaboram e planejam aulas mais dinâmicas pensando na realidade de sua sala de aula. Sabemos que o Programa ainda não avançou como poderia ter avançado, e acreditamos que esse avanço só ocorrerá a partir do momento em que não houver mais a rotatividade dos alfabetizadores. Desta forma, priorizar a formação desses alfabetizadores no PAS é o requisito fundamental para que possamos construir um programa que vá de fato ao encontro dos interesses daqueles que são os atores principais do programa, o alfabetizando.
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente