Autor(es):
Vitta, Fabiana Cristina Frigieri de [UNESP] ; Dreys, Thais Komati [UNESP] ; Solana, Bárbara Domett [UNESP] ; Bezerra, Amanda de Oliveira [UNESP] ; Souza, Maria Clara Nassif de [UNESP] ; Zoca, Julia Bertaiolli [UNESP] ; Carvalho, Ana Carolina Pereira de [UNESP] ; Gigliotti, Isadora Martins [UNESP] ; Silva, Maria Izabel Alves Felix da [UNESP] ; Novaes, Carla Francielly Martini [UNESP] ; Almeida, Domênica dos Reis [UNESP]
Data: 2017
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/146760
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Desenvolvimento infantil; Avaliação; Desenvolvimento infantil; Desenvolvimento infantil; Desenvolvimento infantil; Avaliação; Avaliação; Desenvolvimento infantil; Desenvolvimento infantil
Descrição
Made available in DSpace on 2017-01-02T15:39:29Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2013. Added 1 bitstream(s) on 2017-01-02T15:44:06Z : No. of bitstreams: 1 2013-09816-dreys.pdf: 48322 bytes, checksum: 4d98ba820c2b9ccb13a852ecdbeead9c (MD5)
Introdução: As crianças, na faixa etária de 0 a 3 anos, permanecem em instituições educacionais, geralmente, em tempo integral e as atividades das quais participam devem ser planejadas para estimular a aquisição de novas habilidades. A avaliação do desenvolvimento nessa idade, favorece a organização de objetivos educacionais, além do acompanhamento do desenvolvimento da criança e a visualização dos novos comportamentos a serem adquiridos. A Terapia Ocupacional pode contribuir orientando sobre as atividades que favorecem sua aprendizagem. Objetivo: avaliar o desenvolvimento da criança de 4 a 24 meses que freqüenta uma instituição de educação infantil na cidade de Marília, nas áreas motora, de auto cuidado, cognição, linguagem e socialização. Método: Foram avaliadas 60 crianças de quatro a 24 meses inseridas nos berçários de uma Escola Municipal de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (SME) de Marília. Após consentimento da SME, as crianças foram submetidas a situações que permitiram verificar a presença ou não dos comportamentos apontados no protocolo de avaliação Inventário Portage Operacionalizado. A observação dos comportamentos aconteceu durante as atividades de rotina do berçário. Foi realizada pela por 3 alunos bolsistas, devidamente treinados, de modo a verificar e garantir a fidedignidade das mesmas. Os dados coletados foram agrupados e sofreram análise estatística descritiva, permitindo verificar o desempenho nas áreas nessa faixa etária. Resultados: Há diferenças entre as áreas, mas as crianças têm o desenvolvimento dentro do esperado para a faixa etária. Em relação às crianças de 4 a 12 meses, as áreas de socialização e autocuidados apresentam melhor desempenho e a de cognição, o pior. Já nas maiores (12 a 24 meses) a área motora apresenta melhores resultados e a de autocuidado, os piores. A diferença existente entre as faixas etárias para a área de autocuidado pode ser explicada, ou seja, para as crianças menores, ela apresenta-se bastante vinculada a figura de um adulto e toma boa parte da rotina, sobrepondo-se às atividades mais estruturadas, com objetivos definidos e voltados para o desenvolvimento de habilidades ligadas à cognição e motricidade fina. Já com as crianças maiores, as atividades de autocuidados são mais elaboradas e pouco favorecidas pela organização da rotina que envolve os profissionais do berçário, que muitas vezes, acabam fazendo pela criança para agilizar o serviço. Há necessidade de maior integração entre as atividades para que possam, em conjunto, favorecer o desenvolvimento integral infantil. Estes dados podem colaborar para a organização de atividades na rotina dos berçários que contemplem as áreas avaliadas, possibilitando às crianças comportamentos adaptativos às atividades cotidianas.
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), Departamento de Educação Especial, Marília, SP, Brasil
Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC), Departamento de Educação Especial, Marília, SP, Brasil