Author(s):
Cury, Marina Tolomei Sandoval [UNESP]
Date: 2018
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/155296
Origin: Oasisbr
Subject(s): Implantes dentários; Osseointegração; Adesivo tecidual de fibrina; Ácido tranexâmico; Dental implants; Implantes dentários; Implantes dentários; Osseointegração; Osseointegração; Adesivo tecidual de fibrina; Adesivo tecidual de fibrina; Ácido tranexâmico; Ácido tranexâmico; Dental implants; Dental implants
Description
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Quando implantes são instalados imediatamente após a extração dentária pode ocorrer ancoragem primária diminuída e retardo e/ou deficiência do processo de osseointegração. Isto se dá em razão da ampla interface entre as paredes circundantes do alvéolo e a superfície do implante. O propósito deste trabalho foi avaliar histomorfometricamente em ratos diabéticos o reparo ósseo ao redor de implantes associados à adesivo fibrínico/ácido tranexâmico. Foram confeccionados 80 implantes de Titânio ASTM F67 (Grau 4). Os implantes foram divididos em dois grupos (n=40): Grupo A (Ratos Saudáveis) e Grupo B (Ratos Diabéticos). Os implantes usinados foram acondicionados individualmente e esterilizados por meio de radiação gamma (25 kGy) e subdivididos em GI (usinado), GII (usinado/adesivo fibrínico), GIII (usinado/ácido tranexâmico) e GIV (usinado/adesivo fibrínico/ácido tranexâmico). Na sequência foram implantados em fêmures de 40 ratos machos (250 gramas) saudáveis (Grupo A) e 40 ratos diabéticos (Grupo B), os quais foram anestesiados (Xylazina/Ketamina) e tricotomizados em suas patas traseiras direitas. Após incisão, divulsão, acesso ao leito ósseo e perfuração com sobrefresagem sob irrigação com soro fisiológico, os leitos cirúrgicos foram preenchidos com o material destinado a cada grupo e os implantes instalados. Na sequência foi realizada sutura (fio 4.0). Os animais foram eutanasiados aos 60 dias pós-operatórios. As peças foram processadas em MMA (Stevenel's blue/Alizarin red S). Os resultados obtidos mostraram diferenças estatísticas significativas tanto para o percentual de contato osso/implante como para o percentual de área óssea dentro dos limites das roscas entre os Grupos AI e BI e AIV e BIV. Concluiu-se que o reparo ósseo ao redor de implantes de titânio CP instalados sem estabilidade primária em ratos diabéticos foi favorecido pela associação a adesivo fibrínico /ácido tranexâmico