Author(s):
Postali, Lays [UNESP]
Date: 2018
Persistent ID: http://hdl.handle.net/11449/156430
Origin: Oasisbr
Subject(s): Genetica animal; Cromossomos; Cromossomos sexuais; Gafanhoto; Ortoptero; Citogenetica; Heterocromatina; DNA; Genetica animal; Genetica animal; Cromossomos; Cromossomos; Cromossomos sexuais; Cromossomos sexuais; Gafanhoto; Gafanhoto; Ortoptero; Ortoptero; Citogenetica; Citogenetica; Heterocromatina; Heterocromatina; DNA; DNA
Description
Made available in DSpace on 2018-09-19T17:27:21Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2017. Added 1 bitstream(s) on 2018-09-20T13:20:12Z : No. of bitstreams: 1 000897719.pdf: 632894 bytes, checksum: a7ac7292e67ef02afd329b2dcf1924d0 (MD5)
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Em Orthoptera o sistema de determinação cromossômica sexual X0♂/XX♀ é o mais comum, entretanto já foram descritos outros sistemas sexuais, tais como neo-XY♂/XX♀ e neo- X1X2Y♂/X1X1X2X2♀. Estes sistemas foram possivelmente originados por rearranjos cromossômicos como translocações Robertsonianas entre o cromossomo X e um autossomo. Nas quatro espécies pertencentes ao gênero Dichromatos foi observado o mecanismo de determinação sexual neo-X1X2Y, o qual é derivado dos rearranjos citados anteriormente. Sendo assim, o objetivo desse trabalho foi analisar os cromossomos da espécie Dichromatos montanus através de técnicas da citogenética clássica e FISH para compreender a evolução e composição do sistema sexual múltiplo na espécie, bem como dentro do gênero. As regiões heterocromáticas foram restritas as regiões pericentrométicas e ricas em G+C somente em um bivalente. Entretanto, não foram detectadas regiões C- positivas no cromossomo Y, e usando a fração C0t como sonda não foi observada a presença de DNA alto ou moderadamente repetitivo neste cromossomo. As regiões teloméricas foram presentes no termino de todos os autossomos e apenas nas extremidades dos cromossomos neo-sexuais não envolvidos no rearranjo. Sinais de hibridização com a sonda H3 foram obtidas em apenas um bivalente, seguindo assim, o padrão conservado observado em Acrididae. Já os clusters de 18S rDNA form detectados no par 6 e no neo-X1. Assim, a similaridade nos dados aqui obtidos entre D. montanus e D. schrottkyi sugerem uma evolução cromossômica correlacionada entre essas espécies. Além disso, essas espécies apresentaram uma divergência cromossômica com base nos marcadores analisados em comparação com D. lilloanus