Autor(es):
Menezes, Carolina Schneider [UNESP]
Data: 2018
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11449/156505
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Mulheres - Aspectos sociológicos; Contos de fadas; Relações de gênero; Mulheres; Equidade (Direito); Racismo; Machismo; Feminismo; Mulheres - Aspectos sociológicos; Mulheres - Aspectos sociológicos; Contos de fadas; Contos de fadas; Relações de gênero; Relações de gênero; Mulheres; Mulheres; Equidade (Direito); Equidade (Direito); Racismo; Racismo; Machismo; Machismo; Feminismo; Feminismo
Descrição
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A história construiu na sociedade papeis diferentes para mulheres e para homens, trazendo consequências muito cruéis para as mulheres, como submissão, não igualdade e não equidade. Em todos os lugares podemos enxergar rótulos e ideais pré-projetados, que delimita e propõe comportamento e modos de ser e atuar de cada pessoa, de acordo com o sexo de nascimento. Essa pesquisa busca trazer a luz, questões acerca de um dos meios mais antigos onde as relações de gênero e estereótipos são construídas na infância e nos acompanham por toda a vida, estes meios são os contos de fadas. Buscamos por meio do estudo, compreender suas origens e mudanças ao longo dos séculos com o intuito de chegar até a situação atual dos contos, e como estes se incidem na formação do comportamento das pessoas, quais as marcas que eles deixam e que dão origem ao preconceito, ao machismo, ao racismo, aos modos de exclusão. A metodologia da pesquisa utilizada foi à abordagem qualitativa, na busca qualitativa de livros importantes e mais lidos dos contos de fadas do século XX e século XXI, além de textos de vários períodos, que tratam a mulher em uma perspectiva de submissão, fragilidade, medo, que espera o homem para lhe salvar, mas também buscaremos artigos de autores contemporâneos que já pesquisam sobre a temática, para subsidiar nossas discussões, tratamento de dados e análises, para aprofundamento e melhor compreensão do tema. Almeja-se entender a influência indireta e direta que essas histórias têm sobre as pessoas, mais especificamente as mulheres, para que possamos entender melhor as relações desiguais de gênero e a influência dos contos neste panorama de desigualdade e não igualdade e equidade