Autor(es): Vieira, Cristina Pereira ; Henriques, Susana
Data: 2023
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.2/14256
Origem: Repositório Aberto da Universidade Aberta
Assunto(s): Jovens; LGBTQIA+; Sexualidade; Saúde e bem-estar
Autor(es): Vieira, Cristina Pereira ; Henriques, Susana
Data: 2023
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.2/14256
Origem: Repositório Aberto da Universidade Aberta
Assunto(s): Jovens; LGBTQIA+; Sexualidade; Saúde e bem-estar
As pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero, Queer, Intersexo, Assexual LGBTQIA+ (o sinal “mais” representa outras identidades de género e orientações sexuais que não se encaixam no padrão cisgénero e heteronormativo) são estigmatizadas, aquando da descoberta da sua sexualidade e expressão de género não normativa. A partir de sistemas e representações sociais, que assentam na ideia de “anormalidade” (Weeks, 1989), enfrentam trajetórias de vida de grande vulnerabilidade de saúde (Santos 2020). Neste contexto, é preciso que as instituições ensino e saúde façam uma reflexão crítica, sustentada pelas evidências dos diferentes estudos empíricos nacionais e internacionais, com um recorte sobre as trajetórias de vida juvenis não normativas, que desde muito cedo assentam num círculo vicioso de vulnerabilidade e discriminação, com múltiplos impactos ao nível da sua saúde e bem-estar.