Author(s): Luso, Eduarda Cristina Pires ; Lourenço, Paulo B. ; Almeida, Manuela Guedes de
Date: 2004
Persistent ID: https://hdl.handle.net/1822/2554
Origin: RepositóriUM - Universidade do Minho
Author(s): Luso, Eduarda Cristina Pires ; Lourenço, Paulo B. ; Almeida, Manuela Guedes de
Date: 2004
Persistent ID: https://hdl.handle.net/1822/2554
Origin: RepositóriUM - Universidade do Minho
Os monumentos sofrem as consequências das condições atmosféricas e dos diferentes usos sociais que gerações lhe atribuem ao longo dos tempos. Ainda que “restaurar” signifique repor em bom estado algo que perdeu as suas qualidades originais, a aplicação prática deste conceito não é simples. Tal como houve ao longo dos séculos uma evolução e alterações nos estilos usados na arquitectura, com aplicação de novos materiais, novas técnicas de construção e fundamentalmente novas correntes artísticas e arquitectónicas, o restauro também sofreu mutações, com mais intensidade a partir do século XIX. Da mesma forma, a noção de património abarca hoje consensualmente também pequenos edifícios, espaços envolventes, construções rurais e centros urbanos históricos de cidades e vilas.