Autor(es):
Melo Silva , Jefferson ; Ouvernek Belinger da Silva , Bernardo ; do Socorro Cirilo de Souza , Maria ; da Silva Novaes , Jefferson ; Viana Gomes , Diego ; Miranda, Humberto
Data: 2026
Origem: JIM – Jornal de Investigação Médica
Assunto(s): Oxygen Consumption; Plyometric Training; Running; Consumo de Oxigénio; Corrida; Treino Pliométrico
Descrição
Running has long been a popular sport, leading to a steady rise in marathon participation and in research exploring the physiological parameters that determine performance. The aim of this study was to investigate the chronic effects of plyometric training on maximal oxygen uptake (VO₂max) in male recreational road runners with baseline VO₂max values below 50 ml·kg⁻¹·min⁻¹. Sixteen men participated (84.28 ± 10.70 kg; 178 ± 8.28 cm; 35.12 ± 2.93 years; 3.66 ± 1.36 years of running experience). Participants were monitored over thirty-four non-consecutive days, comprising the intervention phase (sessions 3–33) and post-intervention retesting (session 34). Statistical analysis was conducted using SPSS v22.0 (IBM, Chicago, IL). Paired and independent t-tests were used to identify differences between and within experimental groups for VO₂max (p < 0.05). Significant within-group increases in VO₂max were found for both the plyometric-training group (p = 0.001; df = 7) and the traditional-training group (p = 0.003; df = 7). However, no significant differences were observed between groups (p > 0.05). These findings suggest that, in recreational runners with low aerobic fitness, plyometric training does not provide additional improvement in VO₂max beyond that achieved with traditional endurance training.
A corrida tem sido, há muito, um desporto popular, o que tem conduzido a um aumento constante da participação em maratonas e da investigação que explora os parâmetros fisiológicos determinantes do desempenho. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos crónicos do treino pliométrico no consumo máximo de oxigénio (VO₂máx) em corredores recreacionais de estrada do sexo masculino com valores basais de VO₂máx inferiores a 50 ml·kg⁻¹·min⁻¹. Participaram dezasseis homens (84,28 ± 10,70 kg; 178 ± 8,28 cm; 35,12 ± 2,93 anos; 3,66 ± 1,36 anos de experiência em corrida). Os participantes foram acompanhados ao longo de trinta e quatro dias não consecutivos, compreendendo a fase de intervenção (sessões 3–33) e a reavaliação pós-intervenção (sessão 34). A análise estatística foi realizada utilizando o SPSS v22.0 (IBM, Chicago, IL). Foram utilizados testes t emparelhados e independentes para identificar diferenças intra e intergrupos no VO₂máx (p < 0,05). Verificaram-se aumentos intra-grupo significativos no VO₂máx tanto no grupo de treino pliométrico (p = 0,001; gl = 7) como no grupo de treino tradicional (p = 0,003; gl = 7). No entanto, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos (p > 0,05). Estes resultados sugerem que, em corredores recreacionais com baixa aptidão aeróbia, o treino pliométrico não proporciona melhorias adicionais no VO₂máx para além das obtidas com o treino tradicional de resistência.