Author(s):
Gayoso, Maisa Vitória ; Avila, Marla Andréia Garcia de ; Silva, Thays Antunes da
Date: 2019
Origin: Oasisbr
Subject(s): Palliative Care; Caregivers; Family; Neoplasms; Scales; Patient Care Team; Cuidados Paliativos; Cuidadores; Familia; Neoplasias; Escalas; Grupo de Atención al Paciente; Cuidados Paliativos; Cuidadores; Família; Neoplasias; Escalas; Equipe de Assistência ao Paciente; Palliative Care; Palliative Care; Caregivers; Caregivers; Family; Family; Neoplasms; Neoplasms; Scales; Scales; Patient Care Team; Patient Care Team; Cuidados Paliativos; Cuidados Paliativos; Cuidadores; Cuidadores; Familia; Familia; Neoplasias; Neoplasias; Escalas; Escalas; Grupo de Atención al Paciente; Grupo de Atención al Paciente; Cuidados Paliativos; Cuidados Paliativos; Cuidadores; Cuidadores; Família; Família; Neoplasias; Neoplasias; Escalas; Escalas; Equipe de Assistência ao Paciente; Equipe de Assistência ao Paciente
Description
Objetivo: Verificar associação entre o nível de conforto do cuidador e variáveis sociodemográficas do cuidado realizado, com avaliação do estado funcional e sintomas do paciente. Método: Estudo transversal com amostragem não probabilística, de tipo intencional. Utilizaram-se os instrumentos Palliative Performance Scale (escore de zero a 100%), Escala de Avaliação de Sintomas de Edmonton (escore por sintoma de zero a dez) e Questionário de Conforto Holístico – cuidador (escore total de 49 até 294 e escore médio de 1 até 6). A relação dos escores de conforto em função das variáveis independentes foi realizada por regressão linear múltipla. Resultados: Participaram da pesquisa 50 cuidadores informais –80% do sexo feminino, 32% com 60 anos ou mais, 36% filhos(as), 58% exerciam trabalho remunerado e 60% não contavam com ajuda no cuidado. A média do conforto geral do cuidador foi de 4,52 pontos. Quanto maior a funcionalidade do paciente, maior é o conforto do cuidador. Os cuidadores com mais idade e que contaram com ajuda para o desempenho do cuidado possuem maiores escores de conforto. Conclusão: O nível de conforto dos cuidadores de pacientes com câncer acompanhados pelo serviço de cuidados paliativos apresentou associação com variáveis sociodemográficas, avaliação do estado funcional e sintomas do paciente.
Objetivo: comprobar la asociación entre el nivel de bienestar del cuidador y las variables sociodemográficas del cuidado realizado, la evaluación del estado funcional y los síntomas del paciente. Método: Estudio transversal con muestreo no probabilístico de tipo intencional. Se utilizaron los instrumentos: Escala de Funcionalidad en Cuidados Paliativos o Palliative Performance Scale (puntuación de cero a 100%), Sistema de Evaluación de Síntomas de Edmonton (puntuación por síntoma de cero a diez) y Cuestionario de Confort Holístico – cuidador (puntuación total de 49 hasta 294 y puntuación promedio de 1 a 6). La relación de las puntuaciones de confort en función de las variables independientes se realizó mediante regresión lineal múltiple. Resultados: participaron de la investigación 50 cuidadores informales, 80% del sexo femenino, 32% con 60 años o más, 36% hijos(as), 58% realizaban trabajo remunerado y 60% no contaba con ayuda en el cuidado. El promedio general de confort del cuidador fue de 4,52 puntos. Cuanto más alta la funcionalidad del paciente, mayor el confort del cuidador; los cuidadores de mayor edad y que contaban con ayuda para desempeñar el cuidado obtuvieron puntuación de confort más alta. Conclusión: el nivel de confort de los cuidadores de pacientes con cáncer acompañados por el servicio de cuidados paliativos está asociado a variables sociodemográficas, a la evaluación del estado funcional y a los síntomas del paciente.
Objective: To verify the association between the level of comfort of the caregiver and sociodemographic variables related to caregiving, and the patient’s functional status and symptoms. Method: Cross-sectional study with non-probabilistic intentional sample. The instruments Palliative Performance Scale (score 0 to 100%), Edmonton Symptom Assessment Scale (symptom scores from zero to ten) and Holistic Comfort Questionnaire (total score ranging from 49 to 294 and mean score from 1 to 6) were used. The relationship between comfort scores and independent variables was calculated by multiple linear regression. Results: Fifty informal caregivers participated in the study – 80% were female, 32% were 60 years old or older, 36% were children of the patient, 58% had paid work and 60% did not have help in the care. The mean overall comfort was 4.52 points. A better functional status of the patients was associated with higher levels of comfort of the caregivers. Older caregivers who received helped in the care activities presented higher comfort scores. Conclusion: The level of comfort of caregivers of cancer patients receiving palliative care was associated with socio-demographic variables and patients’ functional status and symptoms.