Document details

Introdução

Author(s): Melo, Paulo Victor ; Jerónimo, Pedro

Date: 2023

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10362/158627

Origin: Repositório Institucional da UNL

Project/scholarship: info:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UIDB%2F05021%2F2020/PT; info:eu-repo/grantAgreement/FCT/6817 - DCRRNI ID/UIDP%2F05021%2F2020/PT;

Subject(s): Comunicação comunitária; Jornalismo de proximidade; Comunicação comunitária; Comunicação comunitária; Jornalismo de proximidade; Jornalismo de proximidade


Description

UIDB/05021/2020 UIDP/05021/2020

A crise sanitária da SARS-CoV-2, declarada oficialmente em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desafiou o mundo a reunir esforços para algo que deveria ser uma constante nas nossas ações individuais e coletivas: a defesa da vida humana como prioridade absoluta. Os acelerados casos de contaminações e mortes pelo coronavírus, em todos os continentes, exigiram que famílias, governos e empresas adotassem medidas de cuidado, algumas até vistas como extremas se considerarmos que a lógica de produção de desigualdades do chamado “mundo moderno” tem como um das suas facetas a constituição de aglomerações – em mo-radias precárias, em comboios, autocarros, etc. – como indicador de vulnerabilidades. Por isso, além de uma questão sanitária, a pandemia foi, em verdade, uma espécie de atestado sobre a insustentabilidade do modo de vida que nega direitos básicos para muitos e promove privilégios para poucos. Era hora, então, do mundo parar. E, mais do que isso, ser constituído – a partir de agora – em outras bases.

Document Type Book part
Language Portuguese
Contributor(s) Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA); RUN
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