Autor(es):
Duarte,C.A. ; Cattelan,J.W. ; Lucas,F.A. ; Godoy,G.S. ; Malheiros,E.B. ; Oliveira,D. ; Baraldi-Artoni,S.M.
Data: 2007
Origem: Oasisbr
Assunto(s): eqüino; poliglactina; cianoacrilato; cólon descendente; enterorrafia; morfometria; eqüino; eqüino; poliglactina; poliglactina; cianoacrilato; cianoacrilato; cólon descendente; cólon descendente; enterorrafia; enterorrafia; morfometria; morfometria
Descrição
Foi realizado estudo morfométrico do cólon descendente de 15 eqüinos hígidos, nove fêmeas e seis machos, submetidos a enterorrafias aposicionais com fio de poliglactina 910 ou com cianoacrilato. Os animais foram distribuídos aleatoriamente em cinco grupos de três animais cada e sacrificados aos três, sete, 14, 35 e 70 dias de pós-operatório para colheita dos segmentos intestinais operados e posterior processamento histológico de rotina. A análise morfométrica foi feita em microscópio óptico adaptado a um sistema de análise de imagens, onde se quantificou o infiltrado inflamatório, mediante contagens de neutrófilos, eosinófilos, macrófagos, linfócitos e plasmócitos, não sendo observadas diferenças (P>0,05) entre as enterorrafias. Houve diferenças significativas entre os dias de pós-operatório para as contagens de neutrófilos, eosinófilos, macrófagos e linfócitos. Também se mensuraram as espessuras das regiões operadas (cicatriz) e das áreas contíguas não operadas (controle), registrando-se diferenças entre os dias de pós-operatório e as regiões (P<0,05), mas não entre as enterorrafias. O fio de poliglactina 910 e o cianoacrilato apresentam a mesma eficácia para serem usados em enterorrafias aposicionais do cólon descendente de eqüinos.