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Face social do controle do Aedes: em um bairro periférico de Fortaleza, Brasil, as mulheres tomam a palavra

Autor(es): Oliveira,Krysne Kelly de França ; Caprara,Andrea

Data: 2019

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Dengue; Lixo; Áreas de Pobreza; Dengue; Dengue; Lixo; Lixo; Áreas de Pobreza; Áreas de Pobreza


Descrição

Resumo O Aedes aegypti é um importante agente transmissor de afecções na atualidade, sendo o responsável por enfermidades como Zika, Chikungunya e os quatro sorotipos do Dengue. Por ocasião da relevância desse mosquito para o corpo social atual, investigações em Ecossaúde se tornam prementes, já que essa abordagem visa articular diferentes campos teóricos para entender as conexões históricas entre a natureza, a sociedade e a saúde. Partindo de uma premissa etnográfica, este estudo considerou as condições de desigualdade e injustiça que tornam vulneráveis a saúde de mulheres em torno do dengue, analisando práticas e percepções destas acerca dos potencias criadouros existentes no espaço público. Para compor o estudo, utilizou-se a entrevista semiestruturada e a observação participante, com uso de diário de campo. A pesquisa contou com a participação de dez mulheres moradoras de um bairro periférico da cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil, tendo ocorrido no período de janeiro a agosto de 2014. Da Análise de Conteúdo emergiu a categoria “Iniquidade social, contexto e práticas no espaço público”. A partir das narrativas, constatou-se que condições precárias de vida e evidente iniquidade social poderão influenciar em um contexto permeado por lixo, com grande potencial para a proliferação do mosquito causador da dengue.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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