Autor(es):
Morales, Lúcia Arrais
Data: 2019
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Cultura popular; Feiras livres; Literatura de Cordel; Culinária; Música popular; Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas; Cultura Brasileira; Cultura - Brasil, Nordeste; Cordel; Cultura popular; Cultura popular; Feiras livres; Feiras livres; Literatura de Cordel; Literatura de Cordel; Culinária; Culinária; Música popular; Música popular; Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas; Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas; Cultura Brasileira; Cultura Brasileira; Cultura - Brasil, Nordeste; Cultura - Brasil, Nordeste; Cordel; Cordel
Descrição
Caminhos retos não existem na Feira de São Cristóvão. Percorrê-Ia é adentrar em curvas, labirintos, interdições à passagem, áreas abertas e o súbito deparar-se com paus de barracas e fogareiros de milho assado e churrasquinhos. Nela nada fica igual ao mesmo tempo. Não há um traçado regular sobre o qual seja possível se guiar. A atenção é despertada por sons musicais, ruídos, objetos, caminhos a optar e o vai e vem contínuo de pessoas. Ela se abre em todas as direções e acolhe o zabumba e os brinquedos do Paraguai. Os retratistas e os fotógrafos com máquinas polaroyd. Os repentistas e os conjuntos com guitarra, baixo e bateria. O sarapatel e a linguiça à calabresa. O homem que manipula cobras e lagartos, para vender produtos ditos medicinais, e as barracas de cds que possuem equipamento possante para atrair seus fregueses. Assim, tradicional e moderno convivem, lado a lado, e se interferem mutuamente.[...]