Autor(es):
Sá, Maria Adísia Barros de
Data: 2019
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Mercado de trabalho; Política de mão-de-obra; Mulheres - Emprego; Mulheres nas profissões; Mercado de trabalho; Mercado de trabalho; Política de mão-de-obra; Política de mão-de-obra; Mulheres - Emprego; Mulheres - Emprego; Mulheres nas profissões; Mulheres nas profissões
Descrição
[...]No Brasil tudo foi lançado para colocar a mulher em segundo plano, desde o mito da "rainha do lar" - quando a nossa formação era essencialmente doméstica, sob a égide dos chamados ideais éticos de obediência, disciplina, submissão, de dependência, será melhor dizer, - aos mais absurdos engodos e argumentos pseudocientíficos. Educada não apenas separada do homem, mas inferiormente a ele - a quem era dada uma formação intelectual dentro das regras da cultura humanista clássica, intelectualizada, racionallsta, a mulher brasileira vem sendo considerada mercadoria de segunda classe. Os colégios mantidos pela Igreja Católica eram voltados para os homens, notadamente para aqueles componentes do "pequeno número de eleitos que constituiam a elite dirigente do país". "Para justificar as então gritantes diferenças entre o ensino ministrado ao homem e a mulher", lançava-se mão do argumento "científico", de "caráter biológico".Tal argumento, como vamos perceber no decorrer deste, vigora ainda hoje, notadamente no mercado de trabalho e nas chamadas medidas de proteção à mulher ...[...]