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Polimedicação no idoso. Relato de um caso: Angina de peito e comorbilidadades

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As modificações fisiológicas decorrentes do envelhecimento são passíveis de alterar a farmacocinética e farmacodinâmica dos fármacos instituídos. Acrescenta-se a isso, os múltiplos problemas de saúde presentes nesta faixa etária que propiciam a coexistência de vários fármacos em simultaneidade – polifarmacoterapia. Como tal, no sentido de minorar o risco de reações adversas e interações relevantes e assegurar a segurança e efetividade da terapêutica instituída, deve ser aplicável o crescente de número de normas clínicas que têm surgido fornecendo indicações para prática clínica. A intervenção farmacêutica, no âmbito da revisão da medicação, detém um papel fundamental na promoção da melhoria dos resultados clínicos.O presente relato de caso visa demonstrar o impacto positivo decorrente da aplicação de revisão da terapêutica, tendo como base as indicações de normas clínicas aplicáveis ao historial clínico do doente – doença cardiovascular aterosclerótica (DCV) associada a hipertensão arterial (HTA).Inclui: i) breve revisão dos fatores de risco em idosos com DCV; ii) história clínica de um doente iii) discussão da terapêutica farmacológica instituída, abordando o seu mecanismo de ação, posologia e adequabilidade tendo em conta a evidência disponível; iv) identificação de interações farmacológicas major e moderadas; v) medidas não farmacológicas relevantes; vi) critérios de controlo e monitorização necessários; vii) aspetos de segurança a considerar em cada uma das classes de terapêuticas instituídas. O farmacêutico, enquanto elemento-chave na prossecução de serviços de revisão da medicação, no âmbito de cuidados primários de saúde, pode conduzir à melhoria dos resultados de terapêutica e otimização do esquema farmacológico, o que culmina na minimização de reações adversas e indissociável redução de gastos empregues em saúde pública.
Autores principais:Figueiredo, Isabel
Outros Autores:Constantino, J.
Assunto:Idoso Polimedicação Revisão da Medicação
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Instituição associada:Ordem dos Farmacêuticos do Porto
Idioma:português
Origem:Acta Farmacêutica Portuguesa
Descrição
Resumo:As modificações fisiológicas decorrentes do envelhecimento são passíveis de alterar a farmacocinética e farmacodinâmica dos fármacos instituídos. Acrescenta-se a isso, os múltiplos problemas de saúde presentes nesta faixa etária que propiciam a coexistência de vários fármacos em simultaneidade – polifarmacoterapia. Como tal, no sentido de minorar o risco de reações adversas e interações relevantes e assegurar a segurança e efetividade da terapêutica instituída, deve ser aplicável o crescente de número de normas clínicas que têm surgido fornecendo indicações para prática clínica. A intervenção farmacêutica, no âmbito da revisão da medicação, detém um papel fundamental na promoção da melhoria dos resultados clínicos.O presente relato de caso visa demonstrar o impacto positivo decorrente da aplicação de revisão da terapêutica, tendo como base as indicações de normas clínicas aplicáveis ao historial clínico do doente – doença cardiovascular aterosclerótica (DCV) associada a hipertensão arterial (HTA).Inclui: i) breve revisão dos fatores de risco em idosos com DCV; ii) história clínica de um doente iii) discussão da terapêutica farmacológica instituída, abordando o seu mecanismo de ação, posologia e adequabilidade tendo em conta a evidência disponível; iv) identificação de interações farmacológicas major e moderadas; v) medidas não farmacológicas relevantes; vi) critérios de controlo e monitorização necessários; vii) aspetos de segurança a considerar em cada uma das classes de terapêuticas instituídas. O farmacêutico, enquanto elemento-chave na prossecução de serviços de revisão da medicação, no âmbito de cuidados primários de saúde, pode conduzir à melhoria dos resultados de terapêutica e otimização do esquema farmacológico, o que culmina na minimização de reações adversas e indissociável redução de gastos empregues em saúde pública.