Publicação
Segurança privada: Relação com as Forças de Segurança Pública
| Resumo: | A conjectura social actual no que respeita à segurança de pessoas e bens adopta contornos preocupantes, assim como os índices de criminalidade são hoje mais altos e os modus operandi cada vez mais complexos. O sentimento de insegurança que as populações sentem tem que ser combatido a todo custo e o Estado, sentindo -se impotente para garantir a segurança na sua plenitude, começou desde há algum tempo a privatizar parte da segurança e a permitir que cada cidadão a possa comprar quando entenda. No entanto, ao se permitir que empresas privadas colaborem na segurança de pessoas e bens acaba por se ter uma esfera de actuação comum, ou seja, empresas privadas e forças públicas têm missões que concorrem para o mesmo fim, sendo por isso,necessário um estreito e preciso enquadramento legal , para evitar conflitos de atribuições e eventualmente um clima de competitividade, que possa prejudicar a actividade de ambos. Nesta investigação procura proceder-se à caracterização da relação existente entre as empresas de Segurança Privada e as Forças e Serviços de Segurança Pública. Este trabalho de investigação divide-se em duas partes. A primeira prende-se com uma abordagem teórica e conceptual com vista a um enquadramento que servirá de base à segunda parte onde será explanado todo o trabalho de campo , bem como os resultados obtidos e as respectivas conclusões e recomendações. O trabalho de campo efectuado consiste na aplicação de cinco entrevistas, bem como na aplicação de cento e vinte cinco questionários a uma amostra constituída por militares da GNR e operacionais de empresas de segurança privada a desempenhar funções de vigilância no distrito de Aveiro. Conclui-se que a relação entre as empresas de Segurança Privada e as Forças e Serviço de Segurança Pública se caracteriza pela cooperação e complementaridade e que a presença da Segurança Privada contribui de forma inequívoca para a prevenção da criminalidade. Propõe-se uma abordagem diferente a operações em que estejam envolvidas as Forças de Segurança Públicas e empresas de Segurança Privada nomeadamente no que ao planeamento diz respeito. |
|---|---|
| Autores principais: | Lopes, Cláudio Miguel Rodrigues |
| Assunto: | Segurança Funções Policiais Segurança Pública Segurança Privada |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Academia Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Academia Militar |
| Resumo: | A conjectura social actual no que respeita à segurança de pessoas e bens adopta contornos preocupantes, assim como os índices de criminalidade são hoje mais altos e os modus operandi cada vez mais complexos. O sentimento de insegurança que as populações sentem tem que ser combatido a todo custo e o Estado, sentindo -se impotente para garantir a segurança na sua plenitude, começou desde há algum tempo a privatizar parte da segurança e a permitir que cada cidadão a possa comprar quando entenda. No entanto, ao se permitir que empresas privadas colaborem na segurança de pessoas e bens acaba por se ter uma esfera de actuação comum, ou seja, empresas privadas e forças públicas têm missões que concorrem para o mesmo fim, sendo por isso,necessário um estreito e preciso enquadramento legal , para evitar conflitos de atribuições e eventualmente um clima de competitividade, que possa prejudicar a actividade de ambos. Nesta investigação procura proceder-se à caracterização da relação existente entre as empresas de Segurança Privada e as Forças e Serviços de Segurança Pública. Este trabalho de investigação divide-se em duas partes. A primeira prende-se com uma abordagem teórica e conceptual com vista a um enquadramento que servirá de base à segunda parte onde será explanado todo o trabalho de campo , bem como os resultados obtidos e as respectivas conclusões e recomendações. O trabalho de campo efectuado consiste na aplicação de cinco entrevistas, bem como na aplicação de cento e vinte cinco questionários a uma amostra constituída por militares da GNR e operacionais de empresas de segurança privada a desempenhar funções de vigilância no distrito de Aveiro. Conclui-se que a relação entre as empresas de Segurança Privada e as Forças e Serviço de Segurança Pública se caracteriza pela cooperação e complementaridade e que a presença da Segurança Privada contribui de forma inequívoca para a prevenção da criminalidade. Propõe-se uma abordagem diferente a operações em que estejam envolvidas as Forças de Segurança Públicas e empresas de Segurança Privada nomeadamente no que ao planeamento diz respeito. |
|---|