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Análise crítica das principais alterações e previsíveis impactos da transposição da diretiva 2013/34/U.E. para Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo geral deste estudo é o de desenvolver uma análise crítica às alterações introduzidas pela Diretiva 2013/34/U.E. tomando como ponto de partida a identificação das principais diferenças nela preconizadas e as até agora prescritas para procurar antecipar o impacto produzido por essas alterações ao nível da preparação e divulgação da informação financeira em Portugal. Mais concretamente procurar identificar as principais implicações da transposição da Diretiva na profissão e na envolvente, em particular no que respeita aos custos administrativos a suportar pelas empresas com a preparação da informação financeira e no plano social. Para lhe dar resposta aplicou-se um inquérito por questionário a profissionais nos distritos de Vila Real e Bragança. Concluiu-se que a transposição da nova Diretiva implica uma maior responsabilidade para o profissional, que tende a descuidar conceitos oriundos das normas internacionais e a privilegiar a redução dos encargos das empresas em detrimento da qualidade da informação.
Autores principais:Pires, Amélia M.M.
Outros Autores:Fernandes, Paula Odete; Carvalho, Carla Sofia Teixeira Morais
Assunto:Diretiva 2013/34/U.E Harmonização contabilística Nova diretiva da contabilidade PME Diretivas comunitárias
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O objetivo geral deste estudo é o de desenvolver uma análise crítica às alterações introduzidas pela Diretiva 2013/34/U.E. tomando como ponto de partida a identificação das principais diferenças nela preconizadas e as até agora prescritas para procurar antecipar o impacto produzido por essas alterações ao nível da preparação e divulgação da informação financeira em Portugal. Mais concretamente procurar identificar as principais implicações da transposição da Diretiva na profissão e na envolvente, em particular no que respeita aos custos administrativos a suportar pelas empresas com a preparação da informação financeira e no plano social. Para lhe dar resposta aplicou-se um inquérito por questionário a profissionais nos distritos de Vila Real e Bragança. Concluiu-se que a transposição da nova Diretiva implica uma maior responsabilidade para o profissional, que tende a descuidar conceitos oriundos das normas internacionais e a privilegiar a redução dos encargos das empresas em detrimento da qualidade da informação.