Publicação
Otimização do sistema Kanban através de simulação discreta
| Resumo: | O sistema de controlo de produção Kanban foi formalizado por Taiichi Ohno e aplicado pela primeira vez no Sistema Toyota de Produção (STP), no final da década de 40, tendo como propósito a diminuição dos custos no processamento e redução do estoque, gerando organização e ganho de tempo, evitando desperdícios com produtos parados. O Sistema Kanban funciona com cartões de identificação visual do nível de estoques, onde o funcionário não precisa perder tempo analisando se há falta ou não de um material tornando visíveis as ordens de fabricação a serem processadas. A simulação discreta funciona como uma ferramenta de diagnóstico para a identificação de problemas e ineficiências na organização. Por meio da simulação é possível testar e analisar diferentes cenários, para verificar o impacto que ocorrerá nos sistemas e avaliar o retorno antes mesmo de realizar as mudanças ou planear a implementação da transformação do negócio (Almeida, 2015). Neste trabalho é feita a implementação, via simulação, de um conjunto de operações de produção interligadas, controlando a produção e os níveis de inventário em curso (WIP) com recurso ao sistema kanban. O objetivo é desenvolver uma ferramenta capaz de otimizar o funcionamento do kanban, verificando a influência de vários parâmetros sobre o sistema e o seu desempenho. A ferramenta pode também ser utilizada em contexto de aprendizagem para demonstrar os princípios de funcionamento do sistema kanban. No software Simio foi desenvolvido um modelo de produção com três produtos e linhas diferentes as quais utilizam o cartão kanban a depender da demanda do cliente. Para isso, foram necessários determinar a demanda, o tempo de processamento, os processos para o kanban e saída dos mesmos. Além disso, os resultados encontrados nas mudanças de cenários para saber em qual modelo o processo se comporta de forma melhor, alternado a quantidade de cartões kanban e o tempo de processamento. |
|---|---|
| Autores principais: | Costa, Amanda Santos da |
| Assunto: | Sistema puxado Simulação discreta Software Kanban Controlo de produção |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O sistema de controlo de produção Kanban foi formalizado por Taiichi Ohno e aplicado pela primeira vez no Sistema Toyota de Produção (STP), no final da década de 40, tendo como propósito a diminuição dos custos no processamento e redução do estoque, gerando organização e ganho de tempo, evitando desperdícios com produtos parados. O Sistema Kanban funciona com cartões de identificação visual do nível de estoques, onde o funcionário não precisa perder tempo analisando se há falta ou não de um material tornando visíveis as ordens de fabricação a serem processadas. A simulação discreta funciona como uma ferramenta de diagnóstico para a identificação de problemas e ineficiências na organização. Por meio da simulação é possível testar e analisar diferentes cenários, para verificar o impacto que ocorrerá nos sistemas e avaliar o retorno antes mesmo de realizar as mudanças ou planear a implementação da transformação do negócio (Almeida, 2015). Neste trabalho é feita a implementação, via simulação, de um conjunto de operações de produção interligadas, controlando a produção e os níveis de inventário em curso (WIP) com recurso ao sistema kanban. O objetivo é desenvolver uma ferramenta capaz de otimizar o funcionamento do kanban, verificando a influência de vários parâmetros sobre o sistema e o seu desempenho. A ferramenta pode também ser utilizada em contexto de aprendizagem para demonstrar os princípios de funcionamento do sistema kanban. No software Simio foi desenvolvido um modelo de produção com três produtos e linhas diferentes as quais utilizam o cartão kanban a depender da demanda do cliente. Para isso, foram necessários determinar a demanda, o tempo de processamento, os processos para o kanban e saída dos mesmos. Além disso, os resultados encontrados nas mudanças de cenários para saber em qual modelo o processo se comporta de forma melhor, alternado a quantidade de cartões kanban e o tempo de processamento. |
|---|