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O efeito de magneto da língua materna sobre o PLE: a morfologia e a fonologia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os aprendentes de Português Língua Estrangeira (PLE), nível A1, apresentam de modo sistémico produções fonológicas e construções morfológicas que resultam do efeito de magneto da sua língua materna sobre a língua estrangeira. Neste trabalho iremos explorar essas produções sistémicas, que classificaremos em superavitárias e deficitárias. Propomos que as produções superavitárias correspondem à inclusão de traços existentes na língua materna nas produções de PLE, de cujo sistema estão ausentes, e que as produções deficitárias se relacionam com traços existentes no PLE e ignorados pelos aprendentes pelo facto de esses traços não se encontrarem na sua língua materna. Com base na análise de produções de alunos do Instituto Politécnico de Bragança em programas de mobilidade, cujas línguas maternas são o chinês, o japonês, o polaco, o castelhano, o turco, o lituano, o tétum e o húngaro, refletiremos acerca de estratégias que o docente de língua estrangeira poderá utilizar no processo de ensino-aprendizagem para que as produções em foque possam ser solucionadas.
Autores principais:Rodrigues, Alexandra Soares
Assunto:Português Língua Estrangeira Morfologia Fonologia Produções Deficitárias Produções Superavitárias
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Os aprendentes de Português Língua Estrangeira (PLE), nível A1, apresentam de modo sistémico produções fonológicas e construções morfológicas que resultam do efeito de magneto da sua língua materna sobre a língua estrangeira. Neste trabalho iremos explorar essas produções sistémicas, que classificaremos em superavitárias e deficitárias. Propomos que as produções superavitárias correspondem à inclusão de traços existentes na língua materna nas produções de PLE, de cujo sistema estão ausentes, e que as produções deficitárias se relacionam com traços existentes no PLE e ignorados pelos aprendentes pelo facto de esses traços não se encontrarem na sua língua materna. Com base na análise de produções de alunos do Instituto Politécnico de Bragança em programas de mobilidade, cujas línguas maternas são o chinês, o japonês, o polaco, o castelhano, o turco, o lituano, o tétum e o húngaro, refletiremos acerca de estratégias que o docente de língua estrangeira poderá utilizar no processo de ensino-aprendizagem para que as produções em foque possam ser solucionadas.