Publicação

Intrusos no jardim de infância: realidade ou ficção? perspetivas de educadores de infância

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O horário de funcionamento dos jardins-de-infância tem vindo a ser alargado nos últimos anos, ga- nhando cada vez mais tempo a componente social ou de apoio à família. Está consagrado na Lei Quadro da Educação Pré-escolar 5/97, de 10 de fevereiro, que o Educador de infância é o único pro- fissional que pode exercer funções letivas no Jardim de infância, com uma componente letiva de 25 horas semanais. É uma realidade que nos últimos anos, outros profissionais, sem serem educadores de infância, têm vindo a exercer atividades neste contexto educativo, dentro da componente social ou de apoio à família. Com este estudo, é nossa intenção averiguar que profissionais são esses e em que tempo e espaço do Jardim de infância desenvolvem as suas atividades: se é apenas na componente social ou se também é na componente letiva. Para tal, procurámos constatar a opinião dos Educado- res de infância, relativamente à atuação destes profissionais e identificar as áreas em que intervêm. Utilizou-se pesquisa de campo qualitativa e quantitativa, através do uso de um inquérito por questio- nário estruturado, com questões fechadas e abertas, disponibilizado em suporte de papel, durante os meses de janeiro e fevereiro de 2017. A população é constituída pelos Educadores de infância da cidade de Bragança da rede pública e privada. Os resultados a que chegámos permitiram-nos conhecer as perceções de um grupo de educadores de Infância, sobre a presença de outros profissionais que exercem atividades dentro do seu tempo letivo, bem como identificar as atividades que eles lá desenvolvem e as várias áreas curriculares, consignadas nas OCEPE, que são trabalhadas pelos Educadores e o(s) tempo(s) a ela(s) dedicados).O grupo de estudo foi escolhido pela sua representatividade em termos de heterogeneidade sociodemográfica, levando em linha de conta que as instituições onde desenvolvessem a sua atividade tivessem perfis diferentes (público e privado).
Autores principais:Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo
Outros Autores:Castanheira, Luis
Assunto:Jardim de infância Atividades extracurriculares Áreas curriculares
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:O horário de funcionamento dos jardins-de-infância tem vindo a ser alargado nos últimos anos, ga- nhando cada vez mais tempo a componente social ou de apoio à família. Está consagrado na Lei Quadro da Educação Pré-escolar 5/97, de 10 de fevereiro, que o Educador de infância é o único pro- fissional que pode exercer funções letivas no Jardim de infância, com uma componente letiva de 25 horas semanais. É uma realidade que nos últimos anos, outros profissionais, sem serem educadores de infância, têm vindo a exercer atividades neste contexto educativo, dentro da componente social ou de apoio à família. Com este estudo, é nossa intenção averiguar que profissionais são esses e em que tempo e espaço do Jardim de infância desenvolvem as suas atividades: se é apenas na componente social ou se também é na componente letiva. Para tal, procurámos constatar a opinião dos Educado- res de infância, relativamente à atuação destes profissionais e identificar as áreas em que intervêm. Utilizou-se pesquisa de campo qualitativa e quantitativa, através do uso de um inquérito por questio- nário estruturado, com questões fechadas e abertas, disponibilizado em suporte de papel, durante os meses de janeiro e fevereiro de 2017. A população é constituída pelos Educadores de infância da cidade de Bragança da rede pública e privada. Os resultados a que chegámos permitiram-nos conhecer as perceções de um grupo de educadores de Infância, sobre a presença de outros profissionais que exercem atividades dentro do seu tempo letivo, bem como identificar as atividades que eles lá desenvolvem e as várias áreas curriculares, consignadas nas OCEPE, que são trabalhadas pelos Educadores e o(s) tempo(s) a ela(s) dedicados).O grupo de estudo foi escolhido pela sua representatividade em termos de heterogeneidade sociodemográfica, levando em linha de conta que as instituições onde desenvolvessem a sua atividade tivessem perfis diferentes (público e privado).