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Avaliação de modelos de dimensionamento para o reforço à flexão com CFRP (FIB vs ACI)

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Resumo:A concepção do reforço com sistemas de FRP pressupõe para a sua adequada aplicação um conhecimento rigoroso dos modelos de dimensionamento e de verificação de segurança. Este artigo tem como objectivos principais a avaliação dos métodos de cálculo expostos nas propostas normativas da FIB (Bulletin 14, 2001) e ACI (2002) para a verificação da segurança à flexão de estruturas de betão armado reforçadas com sistemas compósitos de CFRP e a avaliação da relevância de alguns parâmetros para o dimensionamento. Pretende-se avaliar se, para uma dada base de dados de ensaios experimentais, os resultados obtidos respeitam as condições de segurança em relação ao Estado limite Último (ELU) definidas nas publicações acima referidas e identificar, entre os diversos métodos propostos, os que melhor se adequam a este tipo de estruturas. Para a análise comparativa e paramétrica que é feita, recorreu-se a uma vasta gama de modelos experimentais seleccionados com base nos três critérios seguintes: a) Tipo de elemento estrutural: Laje e Viga; b) Técnica de reforço: EBR e NSM; c) Sistema de reforço: pré-fabricado (laminado ou varão) e moldado in situ (manta). Com base na informação dos resultados experimentais de todos os modelos reunidos, recorreu-se a uma folha de cálculo automático, desenvolvida pelos autores, para se determinarem os valores do momento resistente (Mt) e da deformação máxima mobilizada pelo compósito (eft), em ELU, que seriam de prever (resultados teóricos), adoptando as filosofias de cálculo sugeridas nas propostas regulamentares. Procedeu-se à verificação de segurança através da análise comparativa entre os resultados teóricos e os experimentais para os modelos de Lajes EBR, de Vigas EBR por adição de laminados, de Vigas EBR por adição de mantas e de Vigas NSM (por adição de laminados e de varões), primeiro, sobre a previsão do momento resistente e depois sobre a estimativa da deformação máxima do CFRP.
Autores principais:Azevedo, Diogo M.M.
Outros Autores:Juvandes, Luís; Henriques, António
Assunto:Reforço à flexão com sistemas FRP Técnica EBR Técnica NSM FIB ACI Verificação de segurança ao ELU
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:A concepção do reforço com sistemas de FRP pressupõe para a sua adequada aplicação um conhecimento rigoroso dos modelos de dimensionamento e de verificação de segurança. Este artigo tem como objectivos principais a avaliação dos métodos de cálculo expostos nas propostas normativas da FIB (Bulletin 14, 2001) e ACI (2002) para a verificação da segurança à flexão de estruturas de betão armado reforçadas com sistemas compósitos de CFRP e a avaliação da relevância de alguns parâmetros para o dimensionamento. Pretende-se avaliar se, para uma dada base de dados de ensaios experimentais, os resultados obtidos respeitam as condições de segurança em relação ao Estado limite Último (ELU) definidas nas publicações acima referidas e identificar, entre os diversos métodos propostos, os que melhor se adequam a este tipo de estruturas. Para a análise comparativa e paramétrica que é feita, recorreu-se a uma vasta gama de modelos experimentais seleccionados com base nos três critérios seguintes: a) Tipo de elemento estrutural: Laje e Viga; b) Técnica de reforço: EBR e NSM; c) Sistema de reforço: pré-fabricado (laminado ou varão) e moldado in situ (manta). Com base na informação dos resultados experimentais de todos os modelos reunidos, recorreu-se a uma folha de cálculo automático, desenvolvida pelos autores, para se determinarem os valores do momento resistente (Mt) e da deformação máxima mobilizada pelo compósito (eft), em ELU, que seriam de prever (resultados teóricos), adoptando as filosofias de cálculo sugeridas nas propostas regulamentares. Procedeu-se à verificação de segurança através da análise comparativa entre os resultados teóricos e os experimentais para os modelos de Lajes EBR, de Vigas EBR por adição de laminados, de Vigas EBR por adição de mantas e de Vigas NSM (por adição de laminados e de varões), primeiro, sobre a previsão do momento resistente e depois sobre a estimativa da deformação máxima do CFRP.