Publicação
Aquartelamento e aposentadoria na Guerra peninsular durante a primeira ocupação do Porto (1807/08)
| Resumo: | Como em todas as guerras, os centros urbanos oferecem-se como alvos preferenciais, evidenciando um justificado simbolismo ligado ao facto das urbes serem sempre conotadas como centros de poder, riqueza e sedes das estruturas ativas na organização da vida comunitária. Em todos estes aspetos, o Porto desempenhou um papel de destaque durante a Guerra Peninsular. A cidade conhecera até então uma projeção económica, social e política que justificou ter-se tornado num dos alvos preferenciais das duas primeiras ocupações napoleónicas, não só como cenário de guerra, mas sobretudo como local mais dingno das novas autoridades espanholas e francesas. Com efeito, seria no Porto que se estabeleceria o quartel-general responsável pelo extenso território do Norte. Tal situação estará no centro da análise que pretendemos com o presente texto, cujo principal objetivo é o de compreender o impacto de uma militarização forçada do espaço urbano portuense e pelas necessidades decorrentes do aquartelamento e serviços de aposentadoria da oficialidade que se intalou na cidade. |
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| Autores principais: | Couceiro, Pedro |
| Assunto: | Poder local Guerra Peninsular Aquartelamento |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | Como em todas as guerras, os centros urbanos oferecem-se como alvos preferenciais, evidenciando um justificado simbolismo ligado ao facto das urbes serem sempre conotadas como centros de poder, riqueza e sedes das estruturas ativas na organização da vida comunitária. Em todos estes aspetos, o Porto desempenhou um papel de destaque durante a Guerra Peninsular. A cidade conhecera até então uma projeção económica, social e política que justificou ter-se tornado num dos alvos preferenciais das duas primeiras ocupações napoleónicas, não só como cenário de guerra, mas sobretudo como local mais dingno das novas autoridades espanholas e francesas. Com efeito, seria no Porto que se estabeleceria o quartel-general responsável pelo extenso território do Norte. Tal situação estará no centro da análise que pretendemos com o presente texto, cujo principal objetivo é o de compreender o impacto de uma militarização forçada do espaço urbano portuense e pelas necessidades decorrentes do aquartelamento e serviços de aposentadoria da oficialidade que se intalou na cidade. |
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