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Influência das caraterísticas dos modelos de corporate governance no desempenho empresarial: evidência empírica nas empresas cotadas em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os últimos anos ficaram marcados por divergências de interesses nas relações estabelecidas na estrutura organizacional e com consequências ao nível do seu potencial de criação de valor, o que veio tornar necessária a introdução de mecanismos que permitam alinhar interesses e supervisionar a atuação dos agentes no geral e dos acionistas e gestores em particular. Esta problemática entronca com a questão dos modelos de Corporate Governance (CG) e assume particular relevância na sequência dos últimos escândalos financeiros internacionais. Neste contexto, e tomando por base uma amostra de 48 empresas cotadas na Bolsa de Valores de Lisboa procurou-se verificar a existência de uma associação positiva entre as caraterísticas do modelo de CG mais utilizado em Portugal e o desempenho empresarial levantando-se, para o efeito, oito hipóteses de investigação. Os resultados obtidos permitiram validar cinco dessas hipóteses de investigação levando a concluir que existe uma associação positiva e estatisticamente significativa entre as variáveis modelo de CG, dimensão do Conselho de Administração (CA), número de membros independentes no CA, existência de pessoas diferentes na função de presidente do CA e de Chief Executive Officer (CEO) e independência do CEO e o desempenho empresarial.
Autores principais:Campos, Lira
Assunto:Corporate governance Desempenho EBITDA PSI20
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Os últimos anos ficaram marcados por divergências de interesses nas relações estabelecidas na estrutura organizacional e com consequências ao nível do seu potencial de criação de valor, o que veio tornar necessária a introdução de mecanismos que permitam alinhar interesses e supervisionar a atuação dos agentes no geral e dos acionistas e gestores em particular. Esta problemática entronca com a questão dos modelos de Corporate Governance (CG) e assume particular relevância na sequência dos últimos escândalos financeiros internacionais. Neste contexto, e tomando por base uma amostra de 48 empresas cotadas na Bolsa de Valores de Lisboa procurou-se verificar a existência de uma associação positiva entre as caraterísticas do modelo de CG mais utilizado em Portugal e o desempenho empresarial levantando-se, para o efeito, oito hipóteses de investigação. Os resultados obtidos permitiram validar cinco dessas hipóteses de investigação levando a concluir que existe uma associação positiva e estatisticamente significativa entre as variáveis modelo de CG, dimensão do Conselho de Administração (CA), número de membros independentes no CA, existência de pessoas diferentes na função de presidente do CA e de Chief Executive Officer (CEO) e independência do CEO e o desempenho empresarial.