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Adesão à amamentação na 1ª hora de vida do recém-nascido
| Summary: | O aleitamento materno é considerado um dos pilares fundamentais para a promoção e proteção da saúde das crianças. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a amamentação se inicie na 1ª hora de vida do recém-nascido e que permaneça como aleitamento materno exclusivo (AME) até aos seis meses de vida. Sendo reconhecido o importante papel dos profissionais de saúde na proteção e apoio ao aleitamento materno. Objetivos: O presente estudo teve por objetivo determinar a prevalência de adesão à amamentação na 1ª hora de vida do recém-nascido e conhecer os fatores associados a essa prática. Metodologia: Esta investigação, de natureza quantitativa, transversal, observacional e descritiva, teve como base dados primários recolhidos através da aplicação de um questionário, no período de outubro a dezembro de 2013. A amostra recolhida era constituída por 37 puérperas do Serviço de Obstetrícia da ULS do Nordeste. As participantes tinham em média 27 anos de idade (DP= 6,3) e a maioria (59,5%) eram primíparas. Resultados: Do total de mães que participaram nesta investigação, apenas 62,2% (n=23) colocaram o recém-nascido à mama na 1ª hora de vida. O principal fator da não adesão à amamentação foi o tipo de parto, seguido da débil colaboração dos profissionais de saúde, mais concretamente, dos enfermeiros (as) que nem sempre têm disponibilidade para auxiliar a mãe neste processo, mesmo em situações em que o bebé e a mãe reúnem as condições de saúde necessárias para o efeito. A decisão de amamentar é tomada antes da gravidez (73,0%) uma vez que as mães reconhecem que a técnica da amamentação confere vantagens para a saúde da mãe e do filho (a) (70,3%) e protegem o recém-nascido de muitas infeções (64,9%). Dos resultados apurados, verifica-se que apenas 24,3% das mães referem que se deve amamentar exclusivamente com leite materno até aos 6 meses. Por outro lado, os resultados mostraram que as informações recebidas pelas puérperas foram sobretudo facultadas pelos profissionais de saúde, destacando-se o papel fundamental do enfermeiro(a) (59,5%) e do(a) médico(a) de família (37,8%). As informações recebidas incidiam, em especial, nas vantagens da amamentação para a mãe (70,3%), na prevenção e dificuldades que possam surgir durante o processo de amamentação (40,5%) e nas vantagens desta prática para o recém-nascido (1,9%). Conclusões: Para haver uma boa adesão à amamentação é importante que esta técnica se inicie se possível na 1ª hora de vida do recém-nascido, sendo conveniente que a mãe esteja bem informada sobre as vantagens do aleitamento materno e possa contar com o apoio de um profissional habilitado. |
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| Main Authors: | Ribeiro, Maria Isabel |
| Other Authors: | Sá, Ana; Santos, Elsa; Curopos, Lília |
| Subject: | Amamentação Aleitamento Primeira hora de vida Recém-Nascido |
| Year: | 2015 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | conference poster |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Biblioteca Digital do IPB |
| Summary: | O aleitamento materno é considerado um dos pilares fundamentais para a promoção e proteção da saúde das crianças. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a amamentação se inicie na 1ª hora de vida do recém-nascido e que permaneça como aleitamento materno exclusivo (AME) até aos seis meses de vida. Sendo reconhecido o importante papel dos profissionais de saúde na proteção e apoio ao aleitamento materno. Objetivos: O presente estudo teve por objetivo determinar a prevalência de adesão à amamentação na 1ª hora de vida do recém-nascido e conhecer os fatores associados a essa prática. Metodologia: Esta investigação, de natureza quantitativa, transversal, observacional e descritiva, teve como base dados primários recolhidos através da aplicação de um questionário, no período de outubro a dezembro de 2013. A amostra recolhida era constituída por 37 puérperas do Serviço de Obstetrícia da ULS do Nordeste. As participantes tinham em média 27 anos de idade (DP= 6,3) e a maioria (59,5%) eram primíparas. Resultados: Do total de mães que participaram nesta investigação, apenas 62,2% (n=23) colocaram o recém-nascido à mama na 1ª hora de vida. O principal fator da não adesão à amamentação foi o tipo de parto, seguido da débil colaboração dos profissionais de saúde, mais concretamente, dos enfermeiros (as) que nem sempre têm disponibilidade para auxiliar a mãe neste processo, mesmo em situações em que o bebé e a mãe reúnem as condições de saúde necessárias para o efeito. A decisão de amamentar é tomada antes da gravidez (73,0%) uma vez que as mães reconhecem que a técnica da amamentação confere vantagens para a saúde da mãe e do filho (a) (70,3%) e protegem o recém-nascido de muitas infeções (64,9%). Dos resultados apurados, verifica-se que apenas 24,3% das mães referem que se deve amamentar exclusivamente com leite materno até aos 6 meses. Por outro lado, os resultados mostraram que as informações recebidas pelas puérperas foram sobretudo facultadas pelos profissionais de saúde, destacando-se o papel fundamental do enfermeiro(a) (59,5%) e do(a) médico(a) de família (37,8%). As informações recebidas incidiam, em especial, nas vantagens da amamentação para a mãe (70,3%), na prevenção e dificuldades que possam surgir durante o processo de amamentação (40,5%) e nas vantagens desta prática para o recém-nascido (1,9%). Conclusões: Para haver uma boa adesão à amamentação é importante que esta técnica se inicie se possível na 1ª hora de vida do recém-nascido, sendo conveniente que a mãe esteja bem informada sobre as vantagens do aleitamento materno e possa contar com o apoio de um profissional habilitado. |
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