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O educador social como facilitador de competências socioemocionais: um estudo com crianças do 3.º e 4.º anos de escolaridade

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Resumo:Esta investigação intitulada “O educador social como facilitador de competências socioemocionais: um estudo com crianças do 3.º e 4.º anos de escolaridade”, tem como questão-problema: Qual o impacto da intervenção socioeducativa no contexto escolar no comportamento social dos alunos do 3.º e 4.º anos? Neste estudo adotou-se uma metodologia mista, do tipo “investigação-ação”, reconhecendo o papel do educador social no desenvolvimento de competências socioemocionais com recurso ao modelo CASEL (Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning). Os resultados obtidos evidenciaram melhorias, sobretudo, nos domínios do autoconhecimento e da autorregulação, sobressaindo igualmente uma apreciação positiva, por parte dos alunos do 3.º e 4.º anos, em relação às sessões dinamizadas. Quanto à amostra global não se constataram melhorias significativas no comportamento académico, na autogestão, nem na relação entre pares. Apreciaram-se, contudo, ganhos na relação entre pares na turma de 3.º ano, e no rendimento académico nas disciplinas de Português e Matemática na amostra global e na turma de 4.º ano. Com base nestes resultados e, sem descurar as limitações do estudo realizado, reflete-se sobre o impacto da intervenção.
Autores principais:Gonçalves, Maria Madalena Garcia
Assunto:Competências socioemocionais Modelo CASEL Intervenção socioeducativa Educador social
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:Esta investigação intitulada “O educador social como facilitador de competências socioemocionais: um estudo com crianças do 3.º e 4.º anos de escolaridade”, tem como questão-problema: Qual o impacto da intervenção socioeducativa no contexto escolar no comportamento social dos alunos do 3.º e 4.º anos? Neste estudo adotou-se uma metodologia mista, do tipo “investigação-ação”, reconhecendo o papel do educador social no desenvolvimento de competências socioemocionais com recurso ao modelo CASEL (Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning). Os resultados obtidos evidenciaram melhorias, sobretudo, nos domínios do autoconhecimento e da autorregulação, sobressaindo igualmente uma apreciação positiva, por parte dos alunos do 3.º e 4.º anos, em relação às sessões dinamizadas. Quanto à amostra global não se constataram melhorias significativas no comportamento académico, na autogestão, nem na relação entre pares. Apreciaram-se, contudo, ganhos na relação entre pares na turma de 3.º ano, e no rendimento académico nas disciplinas de Português e Matemática na amostra global e na turma de 4.º ano. Com base nestes resultados e, sem descurar as limitações do estudo realizado, reflete-se sobre o impacto da intervenção.