Publicação
Estudo sobre a incorporação de PCM´s em sistemas térmicos passivos
| Resumo: | O consumo energético constitui um dos principais responsáveis pela absorção dos recursos económicos das famílias e do país. Um dos caminhos para reduzir esse consumo e aumentar a eficiência energética pode basear-se na utilização de novos materiais de construção, tais como os materiais de mudança de fase (PCM - Phase Change Materials). O trabalho que se apresenta, consistiu num estudo orientado para a avaliação do comportamento de materiais termo-ativos de mudança de fase (PCM), quando usados numa perspetiva de eficiência energética. Pretende-se demostrar as vantagens e desvantagens na introdução deste material em argamassas constituintes de paredes de trombe e em reservatórios de água (termoacumuladores), perspetivando a melhoria do conforto térmico e redução de consumos nas construções de habitação. O trabalho privilegiou a abordagem experimental, com a criação de modelos físicos à escala reduzida que permitiram simular o comportamento térmico dos elementos construtivos em estudo. Para o estudo experimental dos referidos modelos, quer do comportamento de argamassas em paredes de trombe, quer os modelos representativos do comportamento de reservatórios termoacumuladores, foram desenvolvidas formas de registar o comportamento térmico destes modelos, como resultado da aplicação de carregamentos térmicos, seja por via artificial seja por via da exposição atmosférica Os materiais de mudança de fase (PCM’s) adotados no estudo resultam de trabalhos de investigação desenvolvidos na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG), do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), e que são o Octadecano e a Parafina. O seu comportamento difere ao nível dos pontos de fusão, o que faz com que possam ser aplicados em diferentes situações. Conclui-se com este trabalho que a incorporação de PCM’s em argamassas aplicadas ao sistema construtivo - parede de trombe, pode trazer vantagens a nível de conforto térmico, maior eficiência e sustentabilidade aos edifícios. Quanto aos reservatórios termoacumuladores, verifica-se que a aplicação do PCM – Parafina do modo como foi aplicado não trás vantagens a nível energético. |
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| Autores principais: | Gonçalves, Rafael |
| Assunto: | PCM Eficiência energética Comportamento térmico Paredes de trombe Reservatórios (termoacumuladores) Aquisição de dados |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital do IPB |
| Resumo: | O consumo energético constitui um dos principais responsáveis pela absorção dos recursos económicos das famílias e do país. Um dos caminhos para reduzir esse consumo e aumentar a eficiência energética pode basear-se na utilização de novos materiais de construção, tais como os materiais de mudança de fase (PCM - Phase Change Materials). O trabalho que se apresenta, consistiu num estudo orientado para a avaliação do comportamento de materiais termo-ativos de mudança de fase (PCM), quando usados numa perspetiva de eficiência energética. Pretende-se demostrar as vantagens e desvantagens na introdução deste material em argamassas constituintes de paredes de trombe e em reservatórios de água (termoacumuladores), perspetivando a melhoria do conforto térmico e redução de consumos nas construções de habitação. O trabalho privilegiou a abordagem experimental, com a criação de modelos físicos à escala reduzida que permitiram simular o comportamento térmico dos elementos construtivos em estudo. Para o estudo experimental dos referidos modelos, quer do comportamento de argamassas em paredes de trombe, quer os modelos representativos do comportamento de reservatórios termoacumuladores, foram desenvolvidas formas de registar o comportamento térmico destes modelos, como resultado da aplicação de carregamentos térmicos, seja por via artificial seja por via da exposição atmosférica Os materiais de mudança de fase (PCM’s) adotados no estudo resultam de trabalhos de investigação desenvolvidos na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG), do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), e que são o Octadecano e a Parafina. O seu comportamento difere ao nível dos pontos de fusão, o que faz com que possam ser aplicados em diferentes situações. Conclui-se com este trabalho que a incorporação de PCM’s em argamassas aplicadas ao sistema construtivo - parede de trombe, pode trazer vantagens a nível de conforto térmico, maior eficiência e sustentabilidade aos edifícios. Quanto aos reservatórios termoacumuladores, verifica-se que a aplicação do PCM – Parafina do modo como foi aplicado não trás vantagens a nível energético. |
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