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Estudo comparativo de dimensionamento de lajes fungiformes com a norma brasileira NBR 6118/2014 e a norma portuguesa NP EN 1992-1-1:2010

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No intuito de analisar as principais diferenças entre códigos de procedimento de dimensionamento de estruturas em concreto armado, o trabalho apresentará um comparativo entre a norma brasileira NBR 6118/2014 e a norma portuguesa NP EN 1992-1-1:2010 (Eurocódigo 2 Parte 1-1). Para isso será realizado o dimensionamento à flexão de uma laje fungiforme ou laje lisa em betão armado através do método dos pórticos equivalentes e, será estudado o efeito do punçoamento nos pilares. Foi verificado que existe uma grande semelhança entre as duas normas quanto ao dimensionamento à flexão das lajes fungiformes. Porém, no punçoamento observaram diferentes critérios para o cálculo dos esforços atuantes sobre os pilares, sendo este o principal ponto observado. Assim, o Eurocódigo demonstrou-se mais conservador sendo necessário uma maior taxa de aço para garantir a segurança.
Autores principais:Neto, Roberto Batista de Sousa
Assunto:Lajes fungiformes Lajes lisas Punçoamento NBR 6118/2014 NP EN 1992-1-1:2010
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Bragança
Idioma:português
Origem:Biblioteca Digital do IPB
Descrição
Resumo:No intuito de analisar as principais diferenças entre códigos de procedimento de dimensionamento de estruturas em concreto armado, o trabalho apresentará um comparativo entre a norma brasileira NBR 6118/2014 e a norma portuguesa NP EN 1992-1-1:2010 (Eurocódigo 2 Parte 1-1). Para isso será realizado o dimensionamento à flexão de uma laje fungiforme ou laje lisa em betão armado através do método dos pórticos equivalentes e, será estudado o efeito do punçoamento nos pilares. Foi verificado que existe uma grande semelhança entre as duas normas quanto ao dimensionamento à flexão das lajes fungiformes. Porém, no punçoamento observaram diferentes critérios para o cálculo dos esforços atuantes sobre os pilares, sendo este o principal ponto observado. Assim, o Eurocódigo demonstrou-se mais conservador sendo necessário uma maior taxa de aço para garantir a segurança.