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O impacto da CRESAP no perfil da elite administrativa portuguesa: 2020 vs 2000

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo mostra-nos um quadro de grande continuidade nos perfis dos dirigentes do Estado, praticamente imune às recentes mudanças nos métodos de recrutamento. Independentemente dessas mudanças, a elite administrativa portuguesa segue um padrão de envelhecimento e continua a ser recrutada essencialmente no interior da administração pública, e frequentemente dentro do próprio ministério onde exerce funções. As variações que existem dizem respeito à antiguidade de determinados ministérios ou de carreiras específicas. Não significa isto obviamente que entre 2000 e 2020 nada tenha mudado no perfil da elite administrativa portuguesa. Simplesmente essas mudanças parecem estar menos associadas aos novos métodos de recrutamento do que a dinâmicas que lhes são anteriores ou exteriores.
Autores principais:Nunes, F.
Assunto:Elite administrativa Autonomia Politização
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Este artigo mostra-nos um quadro de grande continuidade nos perfis dos dirigentes do Estado, praticamente imune às recentes mudanças nos métodos de recrutamento. Independentemente dessas mudanças, a elite administrativa portuguesa segue um padrão de envelhecimento e continua a ser recrutada essencialmente no interior da administração pública, e frequentemente dentro do próprio ministério onde exerce funções. As variações que existem dizem respeito à antiguidade de determinados ministérios ou de carreiras específicas. Não significa isto obviamente que entre 2000 e 2020 nada tenha mudado no perfil da elite administrativa portuguesa. Simplesmente essas mudanças parecem estar menos associadas aos novos métodos de recrutamento do que a dinâmicas que lhes são anteriores ou exteriores.