Publicação
As Forças Armadas não conseguem atrair e reter os profissionais de que necessitam
| Resumo: | No quadro das profundas transformações no plano geoestratégico e tecnológico que se fizeram sentir a partir do final da II Guerra Mundial e se intensificaram no pós-Guerra Fria, as forças armadas das democracias ocidentais foram objeto de processos de intensa reestruturação organizacional no sentido da redução de forças, profissionalização e especialização. Em Portugal, essa tendência confirmou-se na passagem de um sistema de serviço militar obrigatório (SMO) para um sistema de serviço militar exclusivamente voluntário em tempo de paz e no desenvolvimento do processo de profissionalização das forças armadas. |
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| Autores principais: | Carreiras, H. |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | No quadro das profundas transformações no plano geoestratégico e tecnológico que se fizeram sentir a partir do final da II Guerra Mundial e se intensificaram no pós-Guerra Fria, as forças armadas das democracias ocidentais foram objeto de processos de intensa reestruturação organizacional no sentido da redução de forças, profissionalização e especialização. Em Portugal, essa tendência confirmou-se na passagem de um sistema de serviço militar obrigatório (SMO) para um sistema de serviço militar exclusivamente voluntário em tempo de paz e no desenvolvimento do processo de profissionalização das forças armadas. |
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