Publicação
Avaliação financeira das opções de co-financiamento de um grande projecto de turismo
| Resumo: | A concretização de um projecto de investimento encerra em si múltiplos desafios de ordem técnica, física, financeira, entre outros. Para o investidor que decide de forma fundamentada encetar um projecto de investimento conseguir partilhar o risco inerente à operação é, por si só, uma mais-valia. No contexto económico actual e, bem assim, atendendo às características inerentes a um grande projecto turístico, o recurso a co-financiamento público apresenta inúmeras vantagens quer financeiras, pela redução do esforço financeiro por parte do accionista, quer de risco, por partilhar a operação com uma entidade como o Estado. O presente caso pedagógico pretende contribuir para um conhecimento aprofundado das opções de co-financiamento disponíveis, à data de hoje, para um projecto turístico a localizar no interior do território nacional. Adicionalmente, pretende-se explorar as alternativas que, para um mesmo investimento, permitam ao accionista maximizar a rentabilidade do seu investimento, pela optimização dos incentivos, financeiros e fiscais, a que tem acesso. A análise efectuada teve por base quer o contexto nacional de acesso aos incentivos, bem como todo o contexto europeu de acesso aos auxílios de Estado, processo definido e controlado por parte da Comissão Europeia nomeadamente os trâmites conexos com as restrições implícitas à denominada regra dos grandes projectos. Os resultados obtidos permitiram concluir que o acesso aos incentivos, por via de duas candidaturas autónomas, em detrimento de uma única candidatura, permite optimizar o valor de incentivos financeiros e fiscais e, numa óptica financeira, gerar mais valor para o accionista, mensurado, a este nível, com recurso ao ROI. |
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| Autores principais: | Santos, Ana Margarida |
| Assunto: | Auxílios de Estado Grandes projectos Turismo Incentivos Large touristic investment State aid Tourism Grants |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A concretização de um projecto de investimento encerra em si múltiplos desafios de ordem técnica, física, financeira, entre outros. Para o investidor que decide de forma fundamentada encetar um projecto de investimento conseguir partilhar o risco inerente à operação é, por si só, uma mais-valia. No contexto económico actual e, bem assim, atendendo às características inerentes a um grande projecto turístico, o recurso a co-financiamento público apresenta inúmeras vantagens quer financeiras, pela redução do esforço financeiro por parte do accionista, quer de risco, por partilhar a operação com uma entidade como o Estado. O presente caso pedagógico pretende contribuir para um conhecimento aprofundado das opções de co-financiamento disponíveis, à data de hoje, para um projecto turístico a localizar no interior do território nacional. Adicionalmente, pretende-se explorar as alternativas que, para um mesmo investimento, permitam ao accionista maximizar a rentabilidade do seu investimento, pela optimização dos incentivos, financeiros e fiscais, a que tem acesso. A análise efectuada teve por base quer o contexto nacional de acesso aos incentivos, bem como todo o contexto europeu de acesso aos auxílios de Estado, processo definido e controlado por parte da Comissão Europeia nomeadamente os trâmites conexos com as restrições implícitas à denominada regra dos grandes projectos. Os resultados obtidos permitiram concluir que o acesso aos incentivos, por via de duas candidaturas autónomas, em detrimento de uma única candidatura, permite optimizar o valor de incentivos financeiros e fiscais e, numa óptica financeira, gerar mais valor para o accionista, mensurado, a este nível, com recurso ao ROI. |
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