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Representação como reflexo da proposta: Trampolim: O concurso como projeto académico
| Summary: | O início desta investigação reside no desenvolvimento de sete projetos tanto coletivos como individuais, e realizados durante um período de nove meses. Todos os momentos de discussão, percursos e escolhas tomadas tornaram-se determinantes para a conceção destes projetos, e a objetividade passou a ser essencial até ao momento da entrega, onde todos os elementos gráficos produzidos se revelaram importantes na apresentação de todas as ideias. Os concursos apresentaram-se como um importante espaço de produção, onde mais do que ganhar ou de explorar os limites conceptuais da proposta, a forma como um projeto se expõe e se apresenta diante de um júri tem tanto impacto quanto as suas qualidades. O que começou por ser uma tentativa de salto para a expectativa de uma prática em Portugal, acabou por dar a conhecer um mundo de possibilidades através dos elementos gráficos. Por isso, a representação é protagonista na comunicação dos princípios e dos conceitos que constroem um projeto. A segunda parte deste trabalho explora a representação como a ferramenta principal de um arquiteto para a explicação das suas ideias e para o desenvolvimento da proposta. O desenho e a imagem expressam a mente do arquiteto e a sua forma de “falar” através desses elementos visuais. É a partir da representação que a arquitetura é demonstrada, discutida e reconhecida. Cada linha, cada mancha ou cor funcionam como palavras, conjugadas para montar uma narrativa – um projeto. |
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| Main Authors: | Cruz, Gonçalo Geraldes |
| Subject: | Concursos públicos Representação Comunicação -- Communication Importância Reflexo Public competitions Representation Importance Reflex |
| Year: | 2024 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | ISCTE |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Repositório ISCTE |
| Summary: | O início desta investigação reside no desenvolvimento de sete projetos tanto coletivos como individuais, e realizados durante um período de nove meses. Todos os momentos de discussão, percursos e escolhas tomadas tornaram-se determinantes para a conceção destes projetos, e a objetividade passou a ser essencial até ao momento da entrega, onde todos os elementos gráficos produzidos se revelaram importantes na apresentação de todas as ideias. Os concursos apresentaram-se como um importante espaço de produção, onde mais do que ganhar ou de explorar os limites conceptuais da proposta, a forma como um projeto se expõe e se apresenta diante de um júri tem tanto impacto quanto as suas qualidades. O que começou por ser uma tentativa de salto para a expectativa de uma prática em Portugal, acabou por dar a conhecer um mundo de possibilidades através dos elementos gráficos. Por isso, a representação é protagonista na comunicação dos princípios e dos conceitos que constroem um projeto. A segunda parte deste trabalho explora a representação como a ferramenta principal de um arquiteto para a explicação das suas ideias e para o desenvolvimento da proposta. O desenho e a imagem expressam a mente do arquiteto e a sua forma de “falar” através desses elementos visuais. É a partir da representação que a arquitetura é demonstrada, discutida e reconhecida. Cada linha, cada mancha ou cor funcionam como palavras, conjugadas para montar uma narrativa – um projeto. |
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