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Desafios da regulação da prevenção do branqueamento de capitais envolvendo criptomoedas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A disseminação global do comércio e a utilização de criptomoedas está crescentemente associada à prática do branqueamento de capitais. Tanto a literatura existente como as principais autoridades, nacionais e internacionais, apontam para a importância da regulação como forma de mitigar os riscos de ocorrência deste fenómeno. Tendo por base a análise da regulação, normas e boas práticas existentes, é identificado um conjunto de limitações e desafios ao nível da uniformização jurídica e de conceitos, dos reguladores nacionais, da intervenção dos bancos, do enquadramento fiscal e da aplicação de sanções internacionais. Além disso, são apresentadas recomendações como a criação de uma autoridade de governança global, a adopção de um sistema de sanções específico, a relevância da tributação efectiva destes activos, o desenvolvimento da inovação tecnológica e o reforço do papel dos bancos.
Autores principais:Dias, António Maria Sousa Ferro Enes
Assunto:Criptomoedas Regulação Risco -- Risk Branqueamento de capitais Tributação Money laundering Taxation
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:A disseminação global do comércio e a utilização de criptomoedas está crescentemente associada à prática do branqueamento de capitais. Tanto a literatura existente como as principais autoridades, nacionais e internacionais, apontam para a importância da regulação como forma de mitigar os riscos de ocorrência deste fenómeno. Tendo por base a análise da regulação, normas e boas práticas existentes, é identificado um conjunto de limitações e desafios ao nível da uniformização jurídica e de conceitos, dos reguladores nacionais, da intervenção dos bancos, do enquadramento fiscal e da aplicação de sanções internacionais. Além disso, são apresentadas recomendações como a criação de uma autoridade de governança global, a adopção de um sistema de sanções específico, a relevância da tributação efectiva destes activos, o desenvolvimento da inovação tecnológica e o reforço do papel dos bancos.