Publicação
A verdade da mentira: Trampolim: O concurso como projeto académico
| Resumo: | Nos dias de hoje os arquitetos têm uma coisa em comum, o facto de acabarem por terem de lidar com as contrariedades dos concursos públicos. Foi durante o presente ano que nos foi dada a oportunidade de, num registo de um exercício académico, fazer com que caíssemos nesta realidade. Deste modo propuseram-nos a realização de vários concursos públicos, de modo a criar uma noção critica do sistema e o que nos espera num futuro próximo. A partir dessa mesma critica e do desenvolvimento dos concursos, surgiu um interesse sobre: qual é o nosso entendimento entre verdade e mentira e como é que isso se poderia relacionar com a arquitetura num geral? Apercebendo-nos que existe muito mais para além da realidade que nos é ensinado, contemplado a partir de vários conceitos: morais, histórias, de definição de espaços, construção, essência e as sensações dos materiais. Com este ensaio, pretende-se abrir uma discussão a partir da junção de vários pontos de diferentes arquitetos, agrupando-os em dois grupos, ilusionistas e materialistas. Numa tentativa de obter algumas repostas, de maneira a ajudar a expor e a vincular estes pontos. Resultando num trabalho que nos leva a questionar: quais são as possíveis e diferentes maneiras de representar estas realidades para com a arquitetura. |
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| Autores principais: | Cristino, Mariana Veríssimo |
| Assunto: | Concursos públicos Verdade -- Truth Mentira Ilusão -- illusions Material Public competitions Lie |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Nos dias de hoje os arquitetos têm uma coisa em comum, o facto de acabarem por terem de lidar com as contrariedades dos concursos públicos. Foi durante o presente ano que nos foi dada a oportunidade de, num registo de um exercício académico, fazer com que caíssemos nesta realidade. Deste modo propuseram-nos a realização de vários concursos públicos, de modo a criar uma noção critica do sistema e o que nos espera num futuro próximo. A partir dessa mesma critica e do desenvolvimento dos concursos, surgiu um interesse sobre: qual é o nosso entendimento entre verdade e mentira e como é que isso se poderia relacionar com a arquitetura num geral? Apercebendo-nos que existe muito mais para além da realidade que nos é ensinado, contemplado a partir de vários conceitos: morais, histórias, de definição de espaços, construção, essência e as sensações dos materiais. Com este ensaio, pretende-se abrir uma discussão a partir da junção de vários pontos de diferentes arquitetos, agrupando-os em dois grupos, ilusionistas e materialistas. Numa tentativa de obter algumas repostas, de maneira a ajudar a expor e a vincular estes pontos. Resultando num trabalho que nos leva a questionar: quais são as possíveis e diferentes maneiras de representar estas realidades para com a arquitetura. |
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