Publicação
Mobilidade invisual: wayfinding em espaços públicos interiores.
| Resumo: | Na arquitetura contemporânea encontra-se uma rutura da realidade sensível no que respeita à experiência e compreensão do espaço arquitetónico. Esta coincide com uma crença renovada nos aspetos mais visuais da realidade espacial. Este foco absoluto na imagem nem sempre é coerente nem tão pouco suficiente para aqueles que possuem limitações no sentido da visão. Este trabalho apresenta-se como um manifesto do sentido da visão para uma arquitetura completa e integrada. Desta forma, os sentidos e o corpo tornam-se o paradigma para o desenvolvimento do projeto de arquitetura, tendo como ponto de partida o desenho universal. Na sequência deste fenómeno estudaram-se os modos de perceção do espaço e procurou-se compreender de que modo a arquitetura podem estimular outros sentidos que não a visão. Com este pretexto pretende-se indicar princípios que permitam conferir ao espaço construído uma caraterização a fim de se fornecer informação intuitiva e funcional a todos os seus utilizadores por igual, sejam crianças, idosos, pessoas com deficiência ou homem modulor. |
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| Autores principais: | Colaço, Bruno Filipe Pereira |
| Assunto: | Espaço multissensorial Incapacidade visual Inclusivo Perceção do espaço Sentidos Wayfinding Multisensory space Visual impairment Inclusive Spatial awareness Senses Wayfinding |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Na arquitetura contemporânea encontra-se uma rutura da realidade sensível no que respeita à experiência e compreensão do espaço arquitetónico. Esta coincide com uma crença renovada nos aspetos mais visuais da realidade espacial. Este foco absoluto na imagem nem sempre é coerente nem tão pouco suficiente para aqueles que possuem limitações no sentido da visão. Este trabalho apresenta-se como um manifesto do sentido da visão para uma arquitetura completa e integrada. Desta forma, os sentidos e o corpo tornam-se o paradigma para o desenvolvimento do projeto de arquitetura, tendo como ponto de partida o desenho universal. Na sequência deste fenómeno estudaram-se os modos de perceção do espaço e procurou-se compreender de que modo a arquitetura podem estimular outros sentidos que não a visão. Com este pretexto pretende-se indicar princípios que permitam conferir ao espaço construído uma caraterização a fim de se fornecer informação intuitiva e funcional a todos os seus utilizadores por igual, sejam crianças, idosos, pessoas com deficiência ou homem modulor. |
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