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O relato de informação não financeira após a aplicação da diretiva 2014/95/UE: o que determina a divulgação da informação num relatório de sustentabilidade autónomo e a sua auditoria?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo tem como objetivo analisar a informação não financeira divulgada pelas empresas europeias após a implementação da Diretiva 2014/95/UE com vista a identificar os determinantes da divulgação desta informação num relatório de sustentabilidade autónomo e da sua auditoria. O estudo empírico baseia-se numa amostra composta por 288 empresas de 13 países Europeus não anglo-saxónicos e em informação recolhida dos relatórios de gestão (ou integrado) e dos relatórios de sustentabilidade disponíveis nos "website" de cada uma das empresas. Foram estimados dois modelos de regressão logística que incluem características das empresas como variáveis independentes. Os resultados obtidos permitem concluir que as empresas que têm um "link" de sustentabilidade no menu principal do seu "website" e as empresas maiores, com mais "cash flows", menos rentáveis e com maior concentração acionista têm uma maior probabilidade de apresentar a informação não financeira num relatório de sustentabilidade autónomo. Além disso, as empresas pertencentes a indústrias com maior sensibilidade ambiental e as empresas maiores, com mais "cash flows", menos rentáveis e que divulgam a informação não financeira apenas no relatório de gestão (ou integrado) têm mais probabilidade de submeter a informação não financeira a auditoria. O país também tem influência na escolha das empresas
Autores principais:Reis, Catarina Duarte
Assunto:Diretiva 2014/95/UE Informação não financeira Relatório de sustentabilidade Auditoria Directive 2014/95/EU Non-financial information Sustainability report Audit
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Este estudo tem como objetivo analisar a informação não financeira divulgada pelas empresas europeias após a implementação da Diretiva 2014/95/UE com vista a identificar os determinantes da divulgação desta informação num relatório de sustentabilidade autónomo e da sua auditoria. O estudo empírico baseia-se numa amostra composta por 288 empresas de 13 países Europeus não anglo-saxónicos e em informação recolhida dos relatórios de gestão (ou integrado) e dos relatórios de sustentabilidade disponíveis nos "website" de cada uma das empresas. Foram estimados dois modelos de regressão logística que incluem características das empresas como variáveis independentes. Os resultados obtidos permitem concluir que as empresas que têm um "link" de sustentabilidade no menu principal do seu "website" e as empresas maiores, com mais "cash flows", menos rentáveis e com maior concentração acionista têm uma maior probabilidade de apresentar a informação não financeira num relatório de sustentabilidade autónomo. Além disso, as empresas pertencentes a indústrias com maior sensibilidade ambiental e as empresas maiores, com mais "cash flows", menos rentáveis e que divulgam a informação não financeira apenas no relatório de gestão (ou integrado) têm mais probabilidade de submeter a informação não financeira a auditoria. O país também tem influência na escolha das empresas