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Modernidade pela mão da tradição: pragmatismo e modernidade(s): Álvaro Machado e Álvaro Siza

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A partir da suspeita lançada por Pedro Vieira de Almeida (1933-2011) de que a arquitetura românica persiste em obras de arquitetos portugueses atuais (1986) valoriza-se a(s) modernidade(s) da arquitetura portuguesa como base em uma tradição vinculada à ética das suas raízes construtivas. As ressonâncias da construção românica foram o ponto de partida para a estruturação de uma tese que correlaciona os parâmetros arquitetónicos da tríade vitruviana, as conceções da corrente do pragmatismo americano do início do século XX, o sistema construtivo, os valores de ritmo, o diálogo entre vãos e nembos e o enraizamento local. A análise arquitetónica da arquitetura em tempo longo revela a modernidade pela mão da tradição e as heranças e as ressonâncias em duas “versões” de modernidade na arquitetura portuguesa: a protomodernidade que Álvaro Machado (1874-1944) ensaiou no início do século XX, e a neomodernidade das obras que Álvaro Siza (1933- ) vinculou à herança construtiva.
Autores principais:Magalhães, N.
Outros Autores:André, P.
Assunto:Modernidade e tradição Pragmatismo -- Pragmatism Sistema construtivo Álvaro Machado Álvaro Siza
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:A partir da suspeita lançada por Pedro Vieira de Almeida (1933-2011) de que a arquitetura românica persiste em obras de arquitetos portugueses atuais (1986) valoriza-se a(s) modernidade(s) da arquitetura portuguesa como base em uma tradição vinculada à ética das suas raízes construtivas. As ressonâncias da construção românica foram o ponto de partida para a estruturação de uma tese que correlaciona os parâmetros arquitetónicos da tríade vitruviana, as conceções da corrente do pragmatismo americano do início do século XX, o sistema construtivo, os valores de ritmo, o diálogo entre vãos e nembos e o enraizamento local. A análise arquitetónica da arquitetura em tempo longo revela a modernidade pela mão da tradição e as heranças e as ressonâncias em duas “versões” de modernidade na arquitetura portuguesa: a protomodernidade que Álvaro Machado (1874-1944) ensaiou no início do século XX, e a neomodernidade das obras que Álvaro Siza (1933- ) vinculou à herança construtiva.