Publicação
Processos de integração na imigração
| Resumo: | A imigração constitui uma componente-chave das dinâmicas populacionais nas grandes cidades do mundo contemporâneo. No plano analítico como no político, as consequências da imigração constituem hoje um objecto de disputas interpretativas e normativas, frequentemente constituídas, em termos equívocos, por remissão da categoria de integração à categoria de comunidade. Neste texto propõe-se um modelo alternativo de análise dos processos de integração na imigração, o qual tem por base as propostas teóricas, mais gerais e abstractas, apresentadas noutro texto (Pires, 1999). Aí se sustentava, nomeadamente, que seria útil retomar, reelaborando-a,1 a distinção de Lockwood (1964) entre integração social — que se referenciava “aos problemas da reconstrução pelos actores da sua integração na ordem interactiva (e, portanto, de reconstrução também dessa ordem interactiva) na sequência de situações críticas, isto é, situações de desrotinização da interacção” — e integração sistémica — que se referenciava ao “resultado de acréscimos de variabilidade sistémica envolvendo situações lógicas de incoerência, incompatibilidade ou disjunção entre subsistemas da ordem sistémica |
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| Autores principais: | Pires, R. P. |
| Assunto: | Integração social Imigração -- immigration |
| Ano: | 2003 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A imigração constitui uma componente-chave das dinâmicas populacionais nas grandes cidades do mundo contemporâneo. No plano analítico como no político, as consequências da imigração constituem hoje um objecto de disputas interpretativas e normativas, frequentemente constituídas, em termos equívocos, por remissão da categoria de integração à categoria de comunidade. Neste texto propõe-se um modelo alternativo de análise dos processos de integração na imigração, o qual tem por base as propostas teóricas, mais gerais e abstractas, apresentadas noutro texto (Pires, 1999). Aí se sustentava, nomeadamente, que seria útil retomar, reelaborando-a,1 a distinção de Lockwood (1964) entre integração social — que se referenciava “aos problemas da reconstrução pelos actores da sua integração na ordem interactiva (e, portanto, de reconstrução também dessa ordem interactiva) na sequência de situações críticas, isto é, situações de desrotinização da interacção” — e integração sistémica — que se referenciava ao “resultado de acréscimos de variabilidade sistémica envolvendo situações lógicas de incoerência, incompatibilidade ou disjunção entre subsistemas da ordem sistémica |
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