Publicação
Políticas ativas de emprego: A promoção da contratação por tempo indeterminado dos jovens na União Europeia
| Resumo: | A percentagem de jovens que apenas têm um contrato a termo por não terem encontrado um trabalho com contrato por tempo indeterminado tem vindo a aumentar, desde o início do século. Para os países da União Europeia, as políticas ativas são uma das formas primordiais de resposta aos problemas do mercado de trabalho. Assim, a presente dissertação tem como objetivo analisar a evolução e a importância das políticas ativas aplicáveis aos jovens, que incentivam ou obrigam os empregadores a contratar por tempo indeterminado entre 2000 e 2019 nos países da União Europeia. Procura-se ainda perceber como é que o nível do problema, as políticas da União Europeia e a orientação ideológica influenciam a adoção deste tipo de políticas. Para responder a estas questões analisou-se um universo de 972 políticas ativas recolhidas na base de dados LABREF, da qual resultou um conjunto de 44 políticas adotadas pelos países da UE que promovem a contratação por tempo indeterminado. Os resultados mostram que as políticas ativas de emprego que visam promover a contratação por tempo indeterminado ganharam maior importância no seio das políticas ativas. Portugal foi o país que adotou o maior número de políticas durante este período, e onde o peso relativo das mesmas mais cresceu. A maioria das políticas foram adotadas por governos de centro-esquerda. O facto de os governos serem minoritários ou governarem em coligação e a implementação de políticas europeias com o objetivo de combater este problema do emprego jovem são fatores determinantes para a sua adoção. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Catarina Martins |
| Assunto: | Políticas ativas de emprego Jovem Contrato de trabalho por tempo indeterminado União Europeia Orientação ideológica Active labour market policies Young people Permanent contracts European Union Political ideology |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A percentagem de jovens que apenas têm um contrato a termo por não terem encontrado um trabalho com contrato por tempo indeterminado tem vindo a aumentar, desde o início do século. Para os países da União Europeia, as políticas ativas são uma das formas primordiais de resposta aos problemas do mercado de trabalho. Assim, a presente dissertação tem como objetivo analisar a evolução e a importância das políticas ativas aplicáveis aos jovens, que incentivam ou obrigam os empregadores a contratar por tempo indeterminado entre 2000 e 2019 nos países da União Europeia. Procura-se ainda perceber como é que o nível do problema, as políticas da União Europeia e a orientação ideológica influenciam a adoção deste tipo de políticas. Para responder a estas questões analisou-se um universo de 972 políticas ativas recolhidas na base de dados LABREF, da qual resultou um conjunto de 44 políticas adotadas pelos países da UE que promovem a contratação por tempo indeterminado. Os resultados mostram que as políticas ativas de emprego que visam promover a contratação por tempo indeterminado ganharam maior importância no seio das políticas ativas. Portugal foi o país que adotou o maior número de políticas durante este período, e onde o peso relativo das mesmas mais cresceu. A maioria das políticas foram adotadas por governos de centro-esquerda. O facto de os governos serem minoritários ou governarem em coligação e a implementação de políticas europeias com o objetivo de combater este problema do emprego jovem são fatores determinantes para a sua adoção. |
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